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Um novo arsenal contra a enxaqueca

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Um novo arsenal contra a enxaqueca

14 de outubro de 2015
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A origem da dor de cabeça relacionada a crises de enxaqueca intriga cientistas. A linha de estudo mais forte é de que o problema viria de fontes externas ao cérebro. Agora, um grupo de cientistas ingleses e norte-americanos, após experimentos com ratos, defende exatamente o contrário. Segundo eles, o peptídeo PACAP-38 gera uma atividade cerebral que desencadeia a dor. Os achados foram publicados na edição de hoje da revista Science Translational Medicine e podem ser uma promessa de novas e mais eficientes estratégias de tratamento.
 
“Trabalhos passados demonstraram que essa biomolécula está envolvida nessa doença, mas queríamos também determinar como ela causa os ataques e onde esse evento ocorre no cérebro”, explicou ao Correio Simon Akerman, um dos autores do estudo, neurologista e pesquisador da Universidade de Nova York. No experimento, os cientistas induziram o cérebro dos animais a terem reações semelhantes às da enxaqueca em humanos com o auxílio de uma onda de ativação neuroquímica. “Vimos que esse peptídeo provoca a sensibilização de neurônios que transmitem toda a informação sensorial da cabeça e do rosto, causando, assim, uma hipersensibilidade que está relacionada neuralmente aos sintomas da enxaqueca”, explica Akerman.
 
Os investigadores também descobriram a localização no cérebro em que a enxaqueca é desencadeada. O experimento mostrou que os espasmos tinham como origem o córtex central, área mais acima do cérebro. Abouch Krymchantowski, neurologista especializado em dor de cabeça e médico do Centro de Avaliação e Tratamento da Dor de Cabeça (RJ), explica que os dados se somam estudos similares que mudam a concepção sobre um problema que atinge de 10% a 15% da população mundial, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
“Por muito tempo, tentamos entender onde inicia o processo da crise da enxaqueca, que inclui essa sensibilização, mas a dúvida era se ela começava realmente no tronco central, como trabalhos anteriores mostravam. Esse estudo e outros que têm surgido atualmente mostram que não, que esse processo teria início no córtex central. Por isso, nunca se conseguiu evidenciar a enxaqueca em animais, eles não têm a parte superior do cérebro”, explica o especialista.
 
Fim da crise
 
No experimento, os pesquisadores norte-americanos e ingleses também testaram anular o efeito do PACAP-38 com um composto que inibiu a ação de PAC-1, um receptor do peptídeo. A estratégia deu certo e, após essa intervenção, a reação de dor foi cessada. Por causa desse resultado, a equipe acredita que novas estratégias de tratamento que tenham como alvo a área do córtex cerebral e o combate ao efeito do PACAP-38 possam ser mais eficientes contra a enxaqueca. “Isso nos sugere que o desenvolvimento de medicamentos que sigam esse modelo poderiam modular de forma mais eficiente o processamento da dor da enxaqueca”, destaca Akerman.
 
Mario Peres, neurologista do Hospital Albert Einstein de São Paulo, explica que a dor causada pela enxaqueca tem vários elementos desencadeantes. “Eles fazem com que o cérebro ‘transborde’, gerando assim o disparo da dor. A pesquisa é interessante e tem um papel importante na área porque acrescenta um novo elemento para se entender como essa dor da enxaqueca funciona”, avalia.
 
Krymchantowski, no entanto, pondera que ainda falta muita investigação e pesquisa para que novas estratégias de combate a dor causada pela enxaqueca surjam, já que a enfermidade é um problema de saúde complexo. “Trata-se de uma doença genética que envolve vários peptídeos. Uma droga só não vai curar nem resolver o problema. Hoje, a opção mais eficaz é a combinação de medicamentos ”, destaca.
 
O especialista também ressalta que o resultado obtido no experimento com ratos pode não se repetir em humanos.
 
Para saber mais
 
Mais comum em mulheres
 
De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia, a enxaqueca é uma doença que afeta 15% da população brasileira e tem vários fatores desencadeantes, como preocupação excessiva, ansiedade, estresse, jejum, nortes maldormidas e ciclo hormonal. Conforme o Manaul Merck de Informação Médica, a dor de cabeça latejante é três vezes mais frequente nas mulheres, tende a aparecer em pessoas com idade entre 10 e 40 anos e ficar menos intensa ou desaparecer a partir dos 50. Ainda não se sabe porque as mulheres têm mais enxaquecas que os homens, mas especialistas desconfiam que o problema esteja relacionada ao hormônio feminino. Para evitar as crises, os médicos recomendam realizar exercícios físicos regularmente, dormir e se alimentar bem.
 
Fonte: Correio Braziliense
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