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Técnica experimental melhora a memória de roedores com Alzheimer

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Técnica experimental melhora a memória de roedores com Alzheimer

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Técnica experimental melhora a memória de roedores com Alzheimer

16 de março de 2015
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Cientistas usaram método que perfurou proteção natural do cérebro.
75% dos roedores tiveram melhora em testes de memória e orientação
 
Cientistas conseguiram corroer a placa que se forma no cérebro dos pacientes de Alzheimer com uma técnica experimental aplicada em roedores, alguns dos quais recuperaram sua memória.
 
Os dados foram publicados nesta quarta (11) na revista “Science Translational Medicine”.
 
O dano cerebral causado pela doença é originado por causa de depósitos anômalos de fragmentos da proteína beta-amiloide.
 
Esses depósitos formam placas que se concentram e formam cúmulos e novelos impenetráveis que afetam as sinapses entre as células nervosas do cérebro.
 
O tratamento desta doença continua sendo difícil, em parte, porque o cérebro tem uma barreira protetora, formada por uma densa camada de células que impede a penetração de qualquer substância potencialmente danosa que circula pelo sangue. Porém, ela também impede a circulação de medicamentos.
 
Combinação de métodos
 
Os neurocirurgiões Jürgen Göt e Gerhard Leinenga, do Instituto do Cérebro da Universidade de Queensland, na Austrália, exploraram as possibilidades para tentar penetrar no cérebro do roedor e erodir a placa beta-amiloide.
 
Para consegui-lo, os especialistas utilizaram um exame de ultrassom, combinado com microbolhas injetadas no sangue da cobaia que vibram em reação às ondas emitidas pelo aparelho, para abrir temporariamente a barreira protetora do cérebro.
 
Os pesquisadores aplicaram essa técnica ao cérebro de dos animais afetados pelo Alzheimer em várias ocasiões durante o período de algumas semanas. Após o experimento, descobriram que as placas desapareceram quase totalmente em 75% dos roedores, sem causar danos ao tecido cerebral.
 
Os roedores, por sua vez, tiveram melhores resultados nos testes de memória, orientação e reconhecimento de objetos após a aplicação do ultrassom.
 
A análise dos tecidos cerebrais revelou que o exame de ultrassom também estimulou as células do sistema imunológico do sistema nervoso central (micróglias), que contribuíram para erodir as placas de beta-amiloides.
 
Os cientistas assinalaram que se trata de uma técnica não invasiva que se encontra nos estágios iniciais de pesquisa, mas acreditam que, no futuro, poderá oferecer uma possível estratégia para tratar o Alzheimer e outras doenças degenerativas.
 
Os autores esperam testar agora esta técnica em ovelhas com a doença de Alzheimer.
 
Fonte: Bem Estar
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