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América Latina registra 1ª gravidez após transplante de tecido ovárico

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América Latina registra 1ª gravidez após transplante de tecido ovárico

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América Latina registra 1ª gravidez após transplante de tecido ovárico

4 de outubro de 2013
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Rita, de 36 anos, e Fernando esperam para fevereiro a chegada de seu primeiro filho, depois que ela se tornou a primeira mulher na América Latina a ficar grávida graças a um transplante de tecido ovárico após superar um agressivo câncer, informaram fontes médicas nesta quarta-feira (2) à agência Efe.

O médico Fabián Lorenzo considera este o segundo milagre na vida de Rita. “O primeiro foi se recuperar de um câncer altamente mortal”, declarou em referência ao câncer de Askin diagnosticado em 2005, quando Rita tinha 28 anos.

Para superar esse câncer, que afeta o tórax, Rita precisou se submeter a um tratamento com quimioterapia que podia causar menopausa precoce, explicou o especialista em medicina reprodutiva.

Ela então optou pela extração mediante laparoscopia e congelamento ultrarrápido e a criopreservação de minúsculos fragmentos do tecido de seus dois ovários no Instituto de Ginecologia e Fertilidade (IFER).

A equipe médica descartou congelar óvulos em vez do tecido ovárico pela falta de tempo, indicou Lorenzo. “Tinha dois dias (para começar a quimioterapia). Para os óvulos necessitamos de um prazo que varia entre 10 e 12 dias”.

Dois anos após vencer o câncer, a paciente foi autorizada a tentar um transplante ovárico que permitisse engravidar.

A primeira tentativa, iniciado em 2009 através da técnica de fecundação in vitro, falhou. Em março o casal fez uma nova tentativa, em que foi realizada uma inseminação intrauterina bem sucedida, e que hoje está na 22ª semana.

“Trata-se do primeiro caso na América Latina e o 25º no mundo todo”, declarou orgulhoso o diretor científico do IFER, Ramiro Quintana.

“A técnica abre uma porta importantíssima a todas as pacientes jovens diagnosticadas com câncer”, acrescentou Lorenzo.

A criopreservação de mostras de sêmen, embriões, tecido ovárico ou óvulos na Argentina custa ao redor de 10 mil pesos (US$ 1.720) mais uma mensalidade entre 120 e 150 pesos mensais (US$ 20 e 25) até seu uso.

A reimplantação de tecido ovárico permite as mulheres recuperarem sua menstruação e terem a chance de engravidar em qualquer idade, possibilidade contemplada na lei argentina de reprodução assistida.

A lei, aprovada pelo Congresso argentino em julho, enfatiza o direito que todas as pessoas tem de se reproduzir, independentemente da idade, sexo e estado civil.

Fonte: Uol Saúde

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