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Estado ignora norma que obriga notificar zika

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Estado ignora norma que obriga notificar zika

14 de março de 2016
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Enquanto cientistas do mundo todo procuravam coletar a maior quantidade possível de informações sobre o vírus zika e sua relação com a microcefalia e a síndrome de Guillain-Barré, numa reunião de três dias encerrada anteontem na Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, na Suíça, a Secretaria estadual de Saúde continua sem saber o número de casos suspeitos da doença no Estado do Rio. A falta de dados levantados pelo governo ocorre mesmo após o Ministério da Saúde ter tornado obrigatória, em 18 de fevereiro, a notificação de pacientes com suspeita da zika.
 
Mais de vinte dias depois da resolução do ministério, os dados ainda não começaram a ser coletados nos municípios do Rio. A notificação deveria ser da seguinte forma: médicos das redes estadual, municipal e privada enviariam os casos às prefeituras, que repassariam ao estado para remetê-los ao ministério. A demora neste processo ocorre mesmo diante da informação que, desde outubro, 5.660 gestantes do estado tiveram exantemas (manchas vermelhas) no corpo durante a gravidez. As marcas são um dos sintomas do zika e seu diagnóstico em mulheres grávidas é de notificação obrigatória desde outubro, por determinação do governo federal, e vem sendo feita pelo estado.
 
A Secretaria estadual de Saúde alegou que não começou a compilar os casos suspeitos de zika porque aguarda orientações do Ministério da Saúde sobre como o trabalho deve ser feito. Procurado, o órgão federal afirmou que, ao tornar obrigatórias as notificações, disponibilizou a estados e municípios uma nota informativa com o detalhamento dos procedimentos. Ainda segundo o ministério, foi feita no dia 2 de março uma videoconferência com os administradores estaduais, incluindo um representante da Secretaria de Saúde, durante a qual foram passadas orientações sobre a vigilância do vírus zika. O material está disponível no Portal da Saúde, na internet. 
 
PARA ESPECIALISTAS, INFORMAÇÃO É FUNDAMENTAL 
 
Para médicos e pesquisadores, a falta de informação dificulta ainda mais o entendimento da ameaça à saúde pública que o estado vem enfrentando, e ainda atrapalha as pesquisas internacionais sobre o tema. Segundo Ana Van der Linden, neuropediatra do Instituto de Medicina Integral Professor Fernandes Figueira, em Pernambuco, os números são importantes para chamar a atenção de pesquisadores estrangeiros para o problema que vem se transformando em ameaça mundial. Ana foi uma das primeiras médicas no Brasil a relacionar o aumento dos casos de microcefalia no Nordeste à zika. O estado de Pernambuco tornou compulsória a notificação de suspeita da doença em dezembro, antes mesmo do governo federal. O GLOBO apurou que outros estados do país, como São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia e Alagoas já estão enviando as notificações ao ministério.
 
— Se você tem a notificação, tem o número real de casos suspeitos. Inicialmente, desconfiamos da relação da zika com a microcefalia, e a própria OMS ainda não reconheceu isso cientificamente, mas agora temos muito mais números para mostrar que essa relação é bastante provável. São esses dados que despertam também a atenção dos pesquisadores internacionais para o vírus, e nós precisamos da ajuda deles para lidar com a questão aqui no Brasil — afirma Ana.
 
Para o infectologista Alberto Chebabo, sem as notificações o governo do estado não sabe exatamente quais regiões têm maior circulação de vírus e não pode tomar medidas estratégicas como enviar agentes a áreas críticas e destinar recursos financeiros e inseticida em casos emergenciais, para locais afetados pelo zika.
 
Fonte: O Globo
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