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Amamentação, chave da saúde futura

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Amamentação, chave da saúde futura

10 de fevereiro de 2015
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Logo após o nascimento, começa uma bela relação entre o bebê e os bilhões de micróbios que em breve irão colonizar o seu trato gastrointestinal. Em estudo publicado recentemente na revista “Frontiers in Microbiology CellularInfection”, pesquisadores da Escola de Medicina e da Faculdade de Artes e Ciências da Carolina do Norte descobriram que a dieta de um bebê durante os primeiros meses de vida tem profunda influência sobre a composição, a diversidade e a estabilidade do microbioma intestinal. Esses fatores, por sua vez, atuam na capacidade do organismo infantil de efetuar a transição do leite para alimentos sólidos, e pode ter efeitos na saúde a longo prazo.
 
— Já o processo entre bebês que se alimentam também com fórmula pode ser mais dramático. Achamos que os microbiomas de bebês que não são exclusivamente amamentados podem contribuir para mais dores de estômago e cólicas — diz a coautora do estudo e professora assistente no departamento de biologia celular e fisiologia da UNC, Andrea Azcarate-Peril.
 
A descoberta aumenta a percepção crescente de que o microbioma intestinal desempenha um papel importante para nos ajudar a digerir alimentos e combater patógenos, entre outras funções.
 
— Este estudo fornece ainda mais suporte para as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros órgãos para que as mães amamentem exclusivamente durante os primeiros seis meses de vida do bebê — afirma Amanda Thompson, professora associada do Departamento de Antropologia e autora principal do estudo. — Podemos ver a partir dos dados que a inclusão da fórmula na dieta de uma criança muda as bactérias do intestino, mesmo se você também estiver amamentando.
 
De acordo com a ginecologista e obstetra Wanessa Rezende, o leite materno tem enzimas que já são conhecidas da criança desde que ela está na barriga da mãe. Assim, quase todos os nutrientes do alimento são aproveitados pelo neném.
 
— Diferente do leite animal, o materno é constituído por mais globulinas, que são proteínas de digestão mais fácil, do que caseínas (proteínas de difícil digestão). Assim, o leite materno vai fermentar menos, e a flora intestinal ficará mais preservada — explica. — Isso pode favorecer a introdução de outros alimentos.
 
ENZIMAS AUXILIAM DIGESTÃO
 
No estudo, a equipe de pesquisadores coletou amostras de fezes e informações sobre as dietas e saúde de bebês desde duas semanas de vida até 14 meses. Aplicando técnicas de sequenciamento de genomas em amostras de fezes, os cientistas deduziram os tipos e as funções das bactérias no microbioma do intestino dos bebês.
 
O que surpreendeu Thompson e Azcarate-Peril foram as diferenças genéticas drásticas em amostras de fezes colhidas depois que os bebês começaram a comer alimentos sólidos. Os pesquisadores descobriram diferentes quantidades de cerca de 20 enzimas bacterianas em bebês exclusivamente alimentados com leite materno, contra 230 enzimas em bebês alimentados com fórmula e leite materno. Os microbiomas de bebês alimentados exclusivamente com leite materno tendiam a ser menos diversificados e foram dominados pela Bifidobacterium, um tipo de bactéria considerada benéfica para a digestão. Já aqueles alimentados com uma mistura de leite materno e fórmula tinham uma proporção menor do gênero.
 
O estudo sugere, ainda, que a composição do microbioma pode afetar a capacidade de um bebê para digerir os alimentos no curto prazo e influenciar a saúde a longo prazo.
 
— Os bebês que forem amamentados poderão ter menos riscos de síndrome metabólica, diabetes, obesidade e doença celíaca, causada pela intolerância ao glúten — diz Wanessa.
 
Fonte: O Globo
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