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Osteoporose: remédios inviabilizam cirurgias de implantes

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Osteoporose: remédios inviabilizam cirurgias de implantes

9 de dezembro de 2014
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Mais comum em mulheres acima dos 45 anos, a osteoporose se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea (por questões hormonais), o que aumenta o risco de fraturas. E, dependendo do grau da doença, essa redução pode afetar diversas partes do corpo, inclusive os ossos maxilares. A questão é que alguns remédios utilizados para combater a osteoporose podem causar problemas à saúde bucal.
 
Para começar, segundo Maria Luiza Frigerio, coordenadora do Projeto Envelhecer Sorrindo do Departamento de Prótese da FOUSP, é preciso ter muito cuidado ao associar a osteoporose à saúde bucal. “A osteoporose sozinha não seria capaz de causar grandes estragos na boca, ou seja, até que a boca seja atingida por essa doença, muitas outras regiões do corpo já terão entrado em colapso”, diz a especialista.
 
Alerta
 
No entanto, a especialista concorda que existem alguns tipos de medicamentos próprios para tratar a osteoporose que podem causar danos na boca. O Alendronato de Sódio, ou qualquer outro medicamento da família dos bifosfonatos, muito recomendados para mulheres na menopausa que sofrem com esta doença, podem prejudicar a saúde bucal, pois deixa os tecidos fibrosos do interior dos ossos com pouca ou nenhuma irrigação sanguínea.
 
Essa irrigação é fundamental para que as células possam chegar à superfície do osso ligando-o ao material do implante e para que haja uma boa cicatrização óssea. Por isso, o uso desse medicamento associado a uma cirurgia de implante pode aumentar o risco de necrose óssea.
 
lém disso, os remédios bifosfonatos podem ser tóxicos para os tecidos moles, ou seja, eles podem causar feridas ou aftas na cavidade oral e no esôfago e irritação e ardência no estômago, podendo acarretar refluxos. “A questão do refluxo pode criar condições para que o esmalte dos dentes fique bem danificado”, diz Maria Luiza.
 
“Quando o médico indica o uso do Alendronato para osteoporose, ele deve comunicar ao paciente que tal medicamento inviabiliza a realização de implantes dentais por, pelo menos, um ano após a suspensão de seu uso”, diz Maria Luiza.
 
A especialista afirma, ainda, que o mesmo deve acontecer com o dentista que vai realizar alguma intervenção óssea, como é o caso de uma cirurgia de implante. “Antes de considerar fazer o procedimento, o profissional deve questionar se o paciente está fazendo uso desse tipo de medicamento e, caso a resposta seja positiva, a cirurgia não deve ser realizada”, diz a coordenadora.
 
Envelhecimento e o tratamento multidisciplinar
 
Segundo Maria Luiza o processo de envelhecimento é altamente complexo e por isso, nenhum problema de saúde do idoso deve ser tratado de forma individual, nem mesmo a osteoporose, uma doença tão específica. “Nada deveria ser feito em relação a pessoa idosa sem que se levasse em consideração a síndrome metabólica (diabetes, hipertensão e etc). Além disso, os transtornos de comportamento e os processos depressivos também devem ser cuidadosamente observados”, diz a especialista.
 
Por isso, dentistas, geriatras, ortopedistas, psicólogos entre outros profissionais devem, sempre que possível, trabalhar em conjunto para melhorar o atendimento dessas pessoas que estão entrando na “melhor idade”. E claro, os cuidados com a saúde bucal nessa fase devem ser redobrados, tornando a higienização mais rigorosa e as visitas ao dentista ainda mais frequentes.
 
“O uso do fio dental passa a ter uma importância ainda maior nessa fase da vida, no entanto, a presbiopia (comprometimento visual) associada a problemas nas articulações (artroses) podem tornar esse habito um desafio a mais.”, diz Maria Luiza.
 
Fonte: Terra
 
 
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