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Transplante mais brando cura anemia falciforme em estudo com adultos

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Transplante mais brando cura anemia falciforme em estudo com adultos

7 de julho de 2014
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Um experimento feito nos EUA com um forma menos agressiva de transplante de medula óssea para o tratamento da anemia falciforme grave em adultos teve uma taxa de sucesso de quase 90%. Os resultados foram publicados nesta quarta-feira (2) na revista científica “Jama”.
 
A anemia falciforme é a doença genética com maior prevalência no Brasil. Ela atinge mais a população negra e é causada por uma alteração genética na hemoglobina, proteína que dá a coloração avermelhada ao sangue e ajuda no transporte de oxigênio pelo corpo.
 
Essa alteração faz com que as hemácias –glóbulos vermelhos do sangue– assumam a forma de foice. As células deformadas se tornam rígidas e dificultam a circulação sanguínea.
 
O transplante é um procedimento indicado apenas para as formas mais graves da anemia falciforme –em torno de 20% dos casos– e é a única cura conhecida para a doença.
 
O procedimento tradicional destrói completamente a medula óssea do paciente por meio da quimioterapia para que a pessoa receba a nova medula. Apesar da alta taxa de cura (95%), é um procedimento arriscado em pacientes já comprometidos pela doença.
 
“É difícil prever a evolução da doença e as complicações vão se somando com a idade, o que torna o transplante arriscado para adultos”, diz Belinda Simões, hematologista da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto.
 
Já o novo procedimento usa doses menores de químio e imunossupressores e doses maiores de células-tronco do que a terapia tradicional.
 
O estudo americano durou quase dez anos e envolveu 30 pacientes adultos que tinham complicações decorrentes da doença –26 ficaram livres da doença e 1 morreu.
 
Simões diz que o estudo é importante porque mostra que, mesmo utilizando doses baixas de quimioterapia, é possível que uma nova medula óssea se desenvolva.
 
Como no experimento feito nos EUA a medula do paciente não é completamente destruída, parte dela convive com a medula do doador.
 
Por isso, ainda é preciso avaliar se essas medulas compartilhadas continuarão funcionando corretamente ou se a medula “doente” vai prevalecer sobre a transplantada, o que levaria ao retorno da anemia falciforme, explica Luis Fernando Bouzas, diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do Inca (Instituo Nacional de Câncer).
 
NO SUS
 
O transplante para o tratamento da anemia falciforme ainda é experimental no Brasil e não é feito pelo SUS.
 
“Estamos esperando a portaria que regulamenta o transplante ser publicada. O último pedido foi enviado no final de 2012, mas até agora não houve nada”, diz Belinda Simões. Nos EUA e na Europa o procedimento é autorizado e cerca de 1.200 transplantes já foram realizados.
 
No estudo americano, o número de hospitalizações dos pacientes caiu de 14 por ano (um ano antes do transplante) para 1 (três anos após ele).
 
“Esse dado é importante porque mostra que, apesar dos altos custos do transplante, no médio prazo há economia, com a diminuição das hospitalizações, além de melhora na qualidade de vida do paciente”, diz Simões.
 
Bouzas também é favorável à inclusão do transplante no SUS, mas adverte que os riscos do procedimento devem ser bem avaliados.
 
“No caso de transplante convencional, a taxa de mortalidade no primeiro ano gira em torno de 30% a 40% dos pacientes”, diz.
 
O Ministério da Saúde afirmou que está concluindo as análises técnicas e de impacto orçamentário para incluir o transplante de medula óssea para anemia falciforme no SUS o mais breve possível. 
 
Fonte: Folha de São Paulo
 
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