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OMS alerta que casos de mortalidade materna caíram, mas não o suficiente

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OMS alerta que casos de mortalidade materna caíram, mas não o suficiente

8 de maio de 2014
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Casos de mães mortas na gravidez ou no parto caíram 45% em 23 anos.
Porém, ainda há muito o que fazer em nações em desenvolvimento.
 
A mortalidade materna caiu no mundo nas últimas décadas, mas não o suficiente, informou nesta semana a Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade destacou ainda que a maior parte das mortes por complicações na gravidez acontecem na África subsaariana.
 
As novas estatísticas indicam que as mortes maternas caíram em 2013 no mundo para 289 mil, isto é, 45% menos que em 1990, quando 523 mil mulheres morreram na gravidez ou no parto. Embora estas cifras reflitam um declínio importante na mortalidade materna, ainda falta muito por fazer, admitiu a agência da ONU para a saúde em um informe sobre o tema.
 
“Ainda há uma mulher que morre a cada período de tempo, que varia entre um minuto e meio e dois minutos, em algum lugar do mundo porque está tentando dar à luz”, disse Marleen Temmerman, diretora do departamento de saúde reprodutiva da OMS.
 
“É como se dois aviões colidissem a cada dia”, disse Temmerman a repórteres em Genebra, insistindo em que o problema das mortes maternas “deveria ocupar um lugar prioritário” na agenda mundial.
 
O informe da OMS enfatiza que os riscos vinculados à gravidez são mais agudos nos países em desenvolvimento, particularmente na África subsaariana, do que nos países ricos. O risco de morte materna é muito maior no Chade do que na Finlândia, por exemplo, continuou o informe, destacando que a mortalidade materna reflete a brecha entre países ricos e pobres.
 
No Chade, uma mulher em 15 corre o risco de morrer na gravidez ou no parto, enquanto na Finlândia, o risco é de um em mil, indicou o documento.
 
África, o continente mais afetado pela mortalidade materna
 
A ONG Save The Children, que há 15 anos documenta a situação das mães pelo mundo, publicou na véspera sua classificação anual, que abrange todos os países africanos: Costa do Marfim, Nigéria, Serra Leoa, República Centro-africana, Guiné Bissau, Mali, Níger, República Democrática do Congo e Somália. Estes países são considerados 'os mais difíceis do mundo onde ser mãe', segundo o relatório.
 
A Somália é considerada em 2014 o pior país do mundo para ser mãe, segundo a classificação da ONG.
 
Esta classificação compara as condições em que as mães de família se encontram em 178 países do mundo, analisando em particular seu estado de saúde, nível de formação e indicadores chave relativos a crianças, como a saúde deles e sua nutrição.
 
Desde a primeira publicação deste informe, em 2000, 28 países aparecem nos últimos dez lugares da classificação. Entre todos estes, apenas quatro não foram palco recentemente de conflitos armados e dezoito foram sacudidos de forma frequente por catástrofes naturais.
 
“A incapacidade de responder às necessidades básicas foi ao mesmo tempo causa e consequência em países como a República Centro-africana, Somália e Sudão. E as famílias mais pobres, essencialmente mulheres e seus filhos, têm tendência a ser os mais afetados por toda esta catástrofe, seja de origem natural ou provocada pelo homem”, destacou a ONG no informe.
 
No outro extremo, a Finlândia supera Noruega, Suécia, Islândia, Holanda, Dinamarca e Espanha. A França ocupa o 20º lugar, junto com a Grécia, e os Estados Unidos, no 31º.
 
Fonte: Bem Estar
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