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Tirar as mamas após diagnóstico de câncer não aumenta taxa de sobrevivência

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Tirar as mamas após diagnóstico de câncer não aumenta taxa de sobrevivência

4 de setembro de 2014
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Retirar as duas mamas para tratamento de câncer, quando apenas uma delas foi afetada pela doença, não aumenta as chances de sobrevivência da mulher, em comparação ao tratamento tradicional, como cirurgia conservativa da mama aliada à radioterapia e mastectomia unilateral (retirada da mama afetada). Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Stanford e do Instituto de Prevenção do Câncer da Califórnia, nos Estados Unidos, demonstra o fato.
 
A pesquisa, publicada nesta terça-feira (2) na Jama (The Journal of American Medical Association), comparou os casos de mastectomia bilateral (retirada das duas mamas) e as taxas de mortalidade após o procedimento, com os números referentes à terapia de conservação da mama e mastectomia unilateral (a retirada do seio afetado) armazenados no Registro de Câncer do estado americano da Califórnia.
 
Ao todos foram estudados 189.734 casos, registrados entre 1998 e 2011, com uma média de acompanhamento médico de 89,1 meses de cada paciente. As pacientes estudadas tinham diagnóstico de câncer de mama no estágio 0-III.
 
Comparando a cirurgia conservadora da mama, aliada à radioterapia, com a mastectomia unilateral, a última teve uma taxa maior de mortalidade. Ou seja, 16,8% das pacientes submetidas ao primeiro procedimento morreram em dez anos, e 20,1% morreram após retirar um dos seios, durante o mesmo período. Os pesquisadores verificaram que não houve diferença significativa em comparação com a mastectomia bilateral, que teve taxa de mortalidade de 18,8%, em um período de 10 anos.
 
Mesmo assim, a taxa de mastectomia bilateral cresceu de 2%, em 1998, para 12,3%, em 2011. O aumento foi ainda maior entre mulheres com menos de 40 anos: 3,6%, em 1998, para 33%, em 2011.
 
Segundo os pesquisadores, é preciso entender melhor a necessidade desse tipo de cirurgia antes de fazer essa opção, pois além de não estar associada a uma taxa maior de sobrevivência, a retirada das duas mamas tem implicações médicas e psicológicas muito sérias para as mulheres. 
 
Fonte: Uol Saúde
 
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