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Sêmen prejudica eficácia de gel microbicida anti-HIV, sugere estudo

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Sêmen prejudica eficácia de gel microbicida anti-HIV, sugere estudo

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Sêmen prejudica eficácia de gel microbicida anti-HIV, sugere estudo

17 de novembro de 2014
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Proteínas presentes no esperma dificultam trabalho de medicamento.
Microbicidas foram criados para proteger mulheres da África subsaariana.
 
O sêmen parece interferir nos géis microbicidas usados para evitar a infecção por HIV, o que possivelmente explica porque funcionam em laboratório, mas não em situações da vida real, afirmaram cientistas. Fragmentos de proteínas encontrados no sêmen dificultam o trabalho de microbicidas aplicados na vagina, destacou a pesquisa publicada na revista “Science Translational Medicine”.
 
Conhecidas como fibrilas amiloides, estas partículas no sêmen atuam como uma cola, prendendo partículas de HIV na superfície da célula, estimulando a infectividade viral, destacou a pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade da Califórnia, em San Francisco, e da Universidade de Ulm, na Alemanha. “Este efeito subjuga a atividade anti-HIV dos microbicidas”, ressalta o artigo científico.
 
Esses microbicidas foram desenvolvidos originalmente como uma forma de habilitar as mulheres da África subsaariana a se proteger, devido à dificuldade que podem encontrar para negociar o uso de preservativos com seus parceiros. “No entanto, a primeira geração de microbicidas foi amplamente ineficaz, ou pior, alguns inclusive levaram a um aumento da transmissão do vírus”, disse o autor principal da pesquisa, Warner Greene, diretor do Instituto Gladstone de Virologia e Imunologia.
 
A coautora do estudo, Nadia Roan, do Departamento de Urologia da Universidade de San Francisco, afirmou que as últimas pesquisas se baseiam em estudos anteriores. “Nós demonstramos anteriormente que o sêmen intensifica a infecção pelo HIV, mas esta foi a primeira vez que demonstramos que esta capacidade reduz claramente a eficácia antiviral dos microbicidas”, concluiu.
 
O efeito foi o mesmo em todos os microbicidas testados no estudo, exceto o Maraviroc, que é avaliado para uso como microbicida e atualmente é utilizado como um tratamento para HIV/Aids. Este medicamento age de forma diferente à dos microbicidas que atacam o HIV. Ao contrário destes, ele se liga a um co-receptor de células hospedeiras para impedir que o vírus entre na célula.
 
“Os resultados indicam que o Maraviroc é um promissor candidato a microbicida e sugerem que futuros microbicidas devem ser testados 'in vitro' na presença de sêmen”, destacou o estudo.
 
Fonte: G1 Saúde
 
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