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Projetos para tentar evitar ataques de tubarão esbarram na burocracia

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Projetos para tentar evitar ataques de tubarão esbarram na burocracia

25 de julho de 2013
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Entidades propõem instalação de telas em praias do Grande Recife.

Propesca marcou ato para domingo (28), perto do local do último ataque.

 
Um projeto para a instalação de uma tela de proteção contra tubarões na Praia de Boa Viagem, Zona Sul doRecife, esbarra na burocracia para sair do papel. Proposta pela ONG Instituto Praia Segura em novembro de 2011, a rede de 400 metros seria montada em um trecho em frente ao Edifício Castelinho, nas proximidades da área onde foi registrado o ataque à turista paulistana Bruna Silva Gobbi, 18, na última segunda-feira (22). Um ano e meio após a apresentação para a colocação do material, o local continua descoberto devido à lentidão do governo de Pernambuco em aprovar o convênio, segundo denúncia da entidade na terça-feira (23).



“Fizemos a proposta de convênio em 2011. Mais de um ano depois, em dezembro de 2012, o Estado se pronunciou e fez uma série de exigências. Perdemos um ano com o projeto paralisado. A ONG é formada por voluntários. Ninguém fica um ano esperando que um projeto aconteça. Ele tem caráter de emergência, precisa da colaboração de todos porque é de interesse público”, criticou o diretor da Praia Segura, Sérgio Murilo.



Ele acrescentou que as telas propostas para o litoral da capital pernambucana seguem modelo adotado em 17 praias de Hong Kong, na China. “Eles são feitas com um material especial e fixadas no mar, em forma de trave de futebol, a partir da faixa de areia, impedindo que o tubarão ultrapasse a faixa de segurança”, explicou Murilo. O trecho da costa que recebe a rede é sinalizado com boias para indicar a presença do equipamento.



Segundo ele, o custo para a instalação das telas é de R$ 385 mil, recurso proveniente das ações de pesquisa para conter ataques de tubarão. “A verba servirá para a compra e colocação do material na praia. Tivemos uma reunião há dez dias com membros do governo e órgãos ambientais, mas o projeto não andou. Ela consta em todas as atas do Cemit [Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões]. Esbarramos na burocracia”, lamentou.



Pela ideia inicial, a área protegida pelas telas serviria para a prática de esportes náuticos. “O teste teria duração de dois meses e seria feita uma campanha publicitária para informar a população. É pontual. Não é para deixar a tela eternizada. Se desse certo e o governo decidisse criar ilhas de segurança para banhistas, isso seria outro passo”, comentou Sérgio Murilo.
 

Propesca

O presidente do Instituto Propesca, o engenheiro de pesca Bruno Pantoja, também relatou ao G1 que já tentou várias vezes mostrar ao Cemit o projeto criado pela entidade para a problemática dos tubarões, mas nunca foi recebido. “No dia 3 de dezembro de 2012, eu até fui expulso de uma reunião do Cemit, porque meu nome não estava na ata dos convidados. Eu entendo que não existe reunião fechada para mostrar informações públicas, principalmente barrar quem tem propostas sobre o tema”, denunciou.

Pantoja disse que aguarda o Ministério Público de Pernambuco realizar a audiência pública prometida, onde organizações apresentariam os projetos. “As pessoas clamam por segurança nas praias, e o estado está sendo omisso, colocando apenas placas informativas, sem uma educação ambiental sistemática. O desequilíbrio ambiental, causado pela poluição, aterro de manguezais para o avanço imobiliário, pesca predatória e expansão do Porto de Suape [no Cabo de Santo Agostinho, Grande Recife], fez com que os tubarões migrassem para cá, gerando conflito de espaço, superpopulação e mudança no hábito alimentar dos bichos. Então, nós levantamos os danos ambientais e propomos ações eficazes”, explicou.



O projeto Propesca é o “Mar para todos”, e a linha principal de atuação é a criação de uma barreira física com a instalação de telas rígidas, retráteis, de dupla galvanização, com material anti-incrustante, em pontos da costa metropolitana. “A ideia é formar uma área de 250 metros reservada e segura aos banhistas, e deixar o resto do mar para o tubarão. Essa tela não oferece risco à captura de qualquer animal, é só para intervir na passagem. Também serão colocados os chamados shark shields, equipamentos que emitem impulsos eletromagnéticos que afastarão tubarões da tela, e sonares para detecção em tempo real de animais que entrem no raio de prospecção”, disse

Protesto

O plano ainda prevê ações de revitalização do bioma marinho e estuarino com repovoamento de espécies nativas, ordenamento da pesca e programas de educação ambiental. O Instituto marcou um protesto para o domingo (28), às 11h, em frente ao Castelinho, próximo ao local onde a jovem foi atacada. A luta do grupo, diz Pantoja, não é contra tubarões, mas “para defender vidas humanas e o equilíbrio ambiental afim de cultura praieira da Região Metropolitana do Recife”.

Em entrevista ao G1, o secretário de Defesa Social de Pernambuco, Wilson Damázio, disse que em relação ao projeto do Instituto Praia Segura, o repasse da verba chegou a ser feito, mas a ONG teve que estorná-lo por não cumprir as exigências. “Recebemos recomendações dos órgãos de controle interno. Além disso, faltavam as licenças dos órgãos ambientais e pedimos [ao Instituto] um projeto executivo mais robusto”, explicou.



Damázio acrescentou que desconhece o episódio de expulsão do presidente do Instituto Propesca, Bruno Pantoja, de uma das reuniões do Cemit e adiantou que vai abrir licitação para interessados em apresentar projetos para tentar conter ataques de tubarão na costa pernambucana. “Estamos trabalhando nisso”, resumiu.

Fonte: G1

 

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