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Pacientes tratam ansiedade usando remédio de hipertensão; veja riscos

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Pacientes tratam ansiedade usando remédio de hipertensão; veja riscos

12 de dezembro de 2014
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Há quatro meses, a vendedora Fernanda Moretti, 33, trocou um antidepressivo por um remédio usado contra hipertensão. O objetivo: dar fim às crises de ansiedade que a acompanhavam desde os 18 anos.
 
“Já tomei de tudo, de ansiolíticos a antidepressivos. Nada tinha funcionado.”
 
A solução para ela foi o metoprolol, droga da classe dos betabloqueadores indicada para uma série de doenças cardíacas, como arritmia e angina. Fernanda, porém, não tem problemas no coração.
 
“Eu tinha crises de pânico que vinham do nada. O coração acelerava, eu ficava pálida e sentia muita ansiedade, pensava que ia infartar.”
 
Ao sentir os sintomas, ela ficava ainda mais nervosa. Com o betabloqueador, que controla sinais como palpitação e tremores, comuns tanto nas doenças cardíacas quanto nos transtornos de ansiedade, a sua percepção é que o problema está resolvido.
 
Ela não é a primeira nem a única que tem recorrido à droga do coração para se acalmar. “Agora com a internet e as redes sociais parece que esse uso tem aumentado. Muitas pessoas tomam porque ouvem dizer que é bom para não ficar nervoso em uma apresentação ou entrevista de emprego”, afirma Sergio Tamai, psiquiatra membro da Associação Brasileira de Psiquiatria.
 
A constatação preocupa o médico, já que os betabloqueadores são mais baratos que os antidepressivos e, apesar de serem de tarja vermelha, que exige prescrição médica, são vendidos sem receita nas farmácias.
 
“As pessoas pensam que não há riscos, o que é errado”, diz Tamai.
 
O primeiro dos riscos vem do principal objetivo do remédio, que é controlar a pressão arterial. Se a pessoa não tem hipertensão nem doenças do coração, o uso contínuo, mesmo em pequenas doses, pode baixar a frequência cardíaca e interferir na pressão.
 
“É necessário que o uso seja acompanhado. Com o tempo a pessoa pode sentir tontura, náuseas e queda de pressão”, diz o cardiologista Ricardo Pavanello, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo.
 
Outro risco, segundo Tamai, é desencadear episódios depressivos se a pessoa já tiver alguma tendência. Além disso, quem tem asma, bronquite ou doença pulmonar crônica não deve usar esse medicamento, porque o quadro pode se agravar.
 
Pavanello questiona não só a segurança como a eficácia do uso episódico, feito sem orientação médica antes de um evento específico.
 
Segundo o cardiologista, uma dose isolada de betabloqueador não terá muito efeito no controle de sintomas como tremores e palpitação.
 
“O efeito completo da droga você obtém ao longo do tempo. O uso eventual é só um placebo”, diz.
 
De acordo com o psiquiatra Tito Paes de Barros Neto, pesquisador do Ambulatório de Ansiedade do Hospital das Clínicas de São Paulo, estudos comparando a eficácia dos betabloqueadores e de antidepressivos mostraram que o efeito do remédio para o coração é, de fato, similar ao de um placebo.
 
“Por ajudar no controle dos sintomas físicos, talvez a droga dê um 'empurrão psicológico', mas não há muito respaldo científico. Ainda é um uso experimental.”
 
Foi esse empurrão que surpreendeu a estudante Camila Alves, 19. Ela sofre de crises de ansiedade e, desde os 13, toma antidepressivo. Há três semanas começou a tomar propanolol. “Eu tinha picos de pressão, falta de ar e dor no peito. O antidepressivo não resolvia muito e o propanolol tem ajudado bastante.”
 
Em casos assim, em que o betabloqueador é usado como coadjuvante no tratamento, há menos controvérsia.
 
“Pode ajudar no alívio de sintomas físicos, sim, e isso ajuda a controlar a ansiedade. Mas é preciso também tratar a doença, não só o sintoma. O betabloqueador não age na causa, só na consequência”, diz o psiquiatra Fernando Fernandes.
 
O tratamento padrão para transtornos de ansiedade como síndrome do pânico ou fobia social inclui antidepressivos, ansiolíticos e psicoterapia. Para Fernandes, assim, usar apenas o betabloqueador seria como “tratar uma pneumonia só com um antitérmico”.
 
Fonte: Folha de São Paulo
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