• CRF – AL em CASA
  • Portal da Transparência
  • Fale Conosco
Cardápio
  • CRF – AL em CASA
  • Portal da Transparência
  • Fale Conosco
Ir para o conteúdo
Atendimento

82 9 9971-0247
Seccional Arapiraca

82 3521-5046
  • O Conselho
    • Institucional
    • Estrutura
    • Comissões
  • Serviços
    • Publicações
    • Boletos e Anuidades
    • Requerimentos
    • Ouvidoria
    • Negociação
    • Eleições
  • Agendas
    • Agenda do Presidente
    • Agenda de Eventos
  • Fiscalização
    • Custos da fiscalização
    • Papel da Fiscalização
    • Instrumentos de fiscalização
    • Plano de fiscalização anual
    • Relatórios
    • Processo Administrativo Fiscal
    • Afastamento Provisório
    • Legislação
  • Notícias
  • Fotos
  • CRFAL-TV
    • Plenárias
    • CRF-AL na Mídia
    • Entrevistas
    • Cursos
  • CRF em Casa
  • O Conselho
    • Institucional
    • Estrutura
    • Comissões
  • Serviços
    • Publicações
    • Boletos e Anuidades
    • Requerimentos
    • Ouvidoria
    • Negociação
    • Eleições
  • Agendas
    • Agenda do Presidente
    • Agenda de Eventos
  • Fiscalização
    • Custos da fiscalização
    • Papel da Fiscalização
    • Instrumentos de fiscalização
    • Plano de fiscalização anual
    • Relatórios
    • Processo Administrativo Fiscal
    • Afastamento Provisório
    • Legislação
  • Notícias
  • Fotos
  • CRFAL-TV
    • Plenárias
    • CRF-AL na Mídia
    • Entrevistas
    • Cursos
  • CRF em Casa
Atendimento

82 9 9971-0247
Seccional Arapiraca

82 3521-5046

Ministério da Saúde sugere receita controlada da

  • Voltar

Ministério da Saúde sugere receita controlada da

Notícias

  • Voltar

Ministério da Saúde sugere receita controlada da

18 de abril de 2016
  • Compartilhe

Referência da imagem

Após a presidente Dilma Rousseff sancionar a lei que libera o uso da fosfoetanolamina, conhecida como “pílula do câncer”, o Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (14) que irá sugerir critérios específicos para a produção, distribuição e o uso dos produtos.
 
Segundo a pasta, a ideia é que a prescrição médica ocorra em talonário numerado, o que tornaria possível o rastreamento dos pacientes, assim como ocorre para uso de medicamentos de uso controlado. Nas receitas, também deve constar justificativa para o uso.
 
Pacientes também devem assinar um termo de responsabilidade, o qual deverá especificar que o uso da substância “não substitui as terapias convencionais”.
 
No documento assinado, o paciente também se comprometerá a realizar exames periódicos e assume os riscos de eventuais efeitos colaterais. A medida ocorre porque a substância, embora tenha sido desenvolvida há 20 anos no Brasil, nunca passou por estudos que poderiam comprovar sua segurança e eficácia.
 
Ainda segundo o Ministério da Saúde, outra iniciativa em discussão é que estabelecimentos fornecedores do produto mantenham balanços com a movimentação da substância. Pela lei, todos os locais deverão ser licenciados e submetidos à aprovação dos órgãos sanitários.
 
As medidas ocorrem após a presidente, em meio à forte pressão do Congresso, sancionar a liberação da fosfoetanolamina, mesmo após receber recomendação contrária do Ministério da Saúde.
 
Diante da medida, o governo planeja agora formar um novo comitê com especialistas e representantes de diversos órgãos para discutir a regulamentação do tema e acompanhar os resultados das pesquisas. Segundo a pasta, o plano poderá estimular, ainda, o desenvolvimento da monoetanolamina e outras substâncias encontradas na pílula, caso sejam eficazes no tratamento do câncer.
 
O ministério lembra ainda que a pílula não está disponível no SUS –o que só poderia ocorrer caso houvesse comprovação de segurança e eficácia.
 
RISCOS À SAÚDE
 
Diferentes entidades da área da saúde manifestaram preocupação nesta quinta-feira (14) com a liberação da fosfoetanolamina e alegam que a medida deve trazer sérios riscos à saúde da população.
 
“Quem assegurará ao consumidor que a substância que está adquirindo não é uma inescrupulosa falsificação? Quem garantirá que a quantidade da substância informada na embalagem é efetivamente a que existe no interior de cada cápsula? Como ter certeza que no interior de cada cápsula existe apenas a fosfoetanolamina, e não outras substâncias que poderão ser ingeridas sem que o consumidor saiba de sua existência?”, questiona a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), em nota.
 
Segundo a agência, o projeto transforma em “medicamento” autorizado uma substância que não passou pelas etapas de estudo necessárias para isso.
 
A Anvisa diz ainda que a autorização para o uso do produto antes da conclusão dos estudos clínicos “abre perigoso precedente” e “afronta o sistema regulatório em vigor, que foi estabelecido pelo próprio Congresso Nacional”.
 
Posição semelhante tem representantes da indústria farmacêutica. Para Nelson Mussolini, presidente-executivo do Sindusfarma, a iniciativa por liberar o uso da substância foi uma medida “extremamente populista e sem base científica”.
 
“Esse produto não tem prova de eficácia, muito menos de segurança. Se bem não faz, pode fazer muito mal”, afirma ele, que cita o risco de pacientes pararem o tratamento com a quimioterapia. Ele também crê que os relatos positivos da fosfoetanolamina sejam apenas placebo.
 
De acordo com Mussolini, a alegação, por parte de defensores da substância, de supostos interesses da indústria farmacêutica em tentar ocultar a substância por seu baixo custo “não tem nenhuma lógica”.
 
“A indústria que conseguisse descobrir uma pílula tão milagrosa como dizem que é essa seria referência mundial”, afirma, citando como exemplo as primeiras empresas a desenvolverem o coquetel contra a Aids ou tratamento de leucemia, hoje referências no setor.
 
Diretor da Interfarma, Octávio Nunes classificou a medida como um “desrespeito ao paciente brasileiro, à ética e um desafio às autoridades brasileiras”.
 
Para ele, o país vive um descompasso, com demora na aprovação e incorporação de medicamentos de eficácia comprovada e liberação “a toque de caixa” de uma substância sem estudos concluídos.
 
“Supondo que daqui a três anos não se tenha essa comprovação, o que vão dizer ao paciente brasileiro? Desculpas, não é nada disso?”, questiona.
 
`NÃO` À PRESCRIÇÃO
 
Em nota, o CFM (Conselho Federal de Medicina) diz não recomendar aos médicos que prescrevam a substância até que as pesquisas clínicas, capazes de comprovar segurança e eficácia, sejam concluídas.
 
A recomendação do conselho é endossada pela AMB (Associação Médica Brasileira), para quem a aprovação da lei foi “imprudente” e coloca em risco a saúde dos pacientes com câncer.
 
Fonte: Folha de S.Paulo / Site
AnteriorPostagem AnteriorVacina contra H1N1 não pode ser aplicada em bebês de até 6 meses
PróximoJuristas questionam validade da lei que autorizaPróximo

Acesso Rápido

Denúncia

CRF EM CASA

Publicações

Boletos e Anuidades​

Materiais de cursos​

Prescrição Farmacêutica​

Atualização de Cadastro​

Portal da Transparência​

Perguntas Frequentes​

Queremos
ouvir você

Clique aqui e fale
com a Ouvidoria

Postagens Recentes

tablet-crfsp

CRF-AL renova parceria com CRF-SP e garante continuidade do acesso gratuito à Academia Virtual de Farmácia

26 de maio de 2026
foto-diretores

CRF-AL marca presença em mobilização, em Brasília, que defende piso nacional do farmacêutico

25 de março de 2026
fachada-crfal

CRF-AL reforça importância do farmacêutico em nova resolução da Anvisa sobre medicamentos à base de Cannabis

29 de janeiro de 2026
Veja mais notícias

Horário de Funcionamento

Segunda a sexta

08h às 12h e 13h às 17h

Redes Sociais​

Instagram
Youtube

CRF-AL em Casa

CRF-AL TV

Canais de Atendimento

  • 82 9 9971-0247
  • [email protected]

Sede

  • Rua Oldemburgo da Silva Paranhos, 290 – Farol, Maceió – AL, 57055-320

Seccional

  • Rua Delmiro Gouveia, 1382 – sala 01 – 1°andar – Sen. Teotônio Vilela, Arapiraca – AL, 57312-415
  • Seccional Arapiraca
    (82) 3521-5046
  • (82) 9 9999-8625
  • Assessoria Técnica
    (82) 9 8138-8512
  • Secretaria
    (82) 9 8181-9050
  • Contabilidade
    (82) 9 9925-0066
  • Fiscalização
    (82) 9 9999-8624
  • Recepção
    (82) 9 9971-0247
  • O Conselho
    • Comissões
    • Estrutura
    • Institucional
  • Notícias
  • Serviços
    • CRF-AL em Casa
    • Boletos e Anuidades
    • Negociação
    • Requerimentos
    • Ouvidoria
    • Materiais de Cursos
    • Publicações
    • Eleições
  • Legislação
  • Fiscalização
  • Parceiros
  • Links Úteis
  • Fale Conosco
  • Portal da Transparência
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

Copyright © – CRF-AL. Todos os direitos reservados.