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Médicos, governo e fabricante garantem que vacina do HPV é segura e eficaz

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Médicos, governo e fabricante garantem que vacina do HPV é segura e eficaz

18 de março de 2014
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Não é de hoje que vacinas causam polêmica. Mesmo aquelas cujo benefício tornou-se inquestionável, como as da varíola e da poliomielite, já foram recebidas com resistência pela população. Em relação ao HPV, ainda há o agravante de se tratar de uma doença sexualmente transmissível. Já existe até uma página no Facebook chamada “Sou contra a vacina do HPV”, em que pais e profissionais de saúde postam reportagens, estudos e avaliações contrárias à imunização. 
 
O médico Jarbas Barbosa, Secretário de Vigilância em Saúde e um dos principais porta-vozes do Ministério da Saúde, admite que já era esperada uma certa reação negativa por parte de alguns pais: “É uma vacina nova, sempre causa estranhamento. Na época da vacina da gripe,  espalharam pela web que queríamos 'matar velhinhos' e diminuir o pagamento das aposentadorias”, observa. Acreditamos que isso vá passar logo e que as recusas serão muito poucas.”
 
Barbosa conta que muitas informações encontradas nas redes sociais não são baseadas em evidências científicas. Ele lembra que a vacina pode ser nova aqui, mas que milhões de pessoas já foram imunizadas em outras partes do mundo. “Podem procurar na web sobre efeitos adversos referentes a vacinas e encontrarão uns 12 mil casos, mas a maioria é leve como dor local, vermelhidão, náusea a até desmaios, mas estes por causa da injeção, mesmo”, diz. É por isso que as meninas, ao serem imunizadas, são orientadas a aguardar 15 minutos e a não praticarem exercícios físicos logo após receberem a dose.
 
Sobre o Japão, que suspendeu a promoção da vacina após casos de síndromes dolorosas em meninas, Barbosa argumenta que houve um mau gerenciamento de informações. “Eles deixaram de recomendar a vacina, mas quem quiser tomá-la, gratuitamente, consegue. Acredito que algo tenha acontecido naquela região em específico, porque não foi no país todo. Pode ter sido um vírus local que estava circulando no mesmo período em que houve a vacinação.”
 
O secretário ainda frisa que o Comité Global de Consulta para a Segurança das Vacinas da OMS (Organização Mundial da Saúde) fez até uma revisão desta vacina recentemente, atestando sua eficácia e segurança.
 
“Esta não é uma vacina de vírus vivo. Trata-se de uma nova tecnologia, com fragmentos do vírus. Até os órgãos de saúde americanos não ligam efeitos graves e doenças à vacina, não há nenhuma comprovação”, enfatiza Barbosa. Ele lembra que um estudo publicado em 1998 pela revista “Lancet”, associando a vacina tríplice (sarampo, caxumba e rubéola) ao autismo, mesmo desmentido nos anos seguintes, ecoa até hoje.
 
Pediatras
 
Médicos ouvidos pelo UOL também reafirmam a segurança da vacina contra HPV, lembrando que ela foi atestada por diversas autoridades de saúde e sociedades médicas no mundo todo. “Quando, num teste clínico, a ocorrência de um efeito grave se mostra superior ao placebo o estudo é interrompido”, ressalta o imunologista Eduardo Finger, professor da Santa Casa de São Paulo e coordenador de pesquisa e desenvolvimento do SalomãoZoppi Diagnósticos.
 
Finger aposta que, dentro de alguns anos, novos estudos mostrarão que a incidência de certas doenças graves não foi diferente da registrada em populações que não foram vacinadas. Para ele, uma vacina – assim como uma infecção por vírus ou bactéria – pode no máximo antecipar um pouco algo que já iria acontecer.
 
“Sendo o HPV um vírus extremamente disseminado, o benefício é grande para um risco pequeno”, defende. Ele ainda enfatiza que há alguns cânceres provocados pelo HPV, como os de boca, garganta e ânus, que só são diagnosticados quando já são uma ameaça para o paciente. “Se eu tenho a chance de prevenir, por que não vacinar?”, questiona. 
 
Maria Ignês Borges Saito, presidente do departamento de adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo, também é categórica ao dizer que os benefícios da vacina superam os riscos. “Nada é 100% seguro, nem sair na rua”, diz, criticando o desserviço prestado pela imprensa ao dar destaque a fatos como o do Japão. “Tem que vacinar. São organizações sérias que aprovaram a vacina”, enfatiza. Para ela, ainda que sejam poucos os casos de HPV que resultem em câncer, “são poucos de uma quantidade muito grande de infecções”, argumenta. “Não dá para saber em quem vai acontecer.”
 
A pediatra também aconselha que, quem puder, deve vacinar também os meninos. Apesar de o câncer ser a justificativa para a vacinação, a médica pondera que as verrugas genitais também são um problema de saúde pública. “Elas não causam câncer, mas são um flagelo; são estigmatizantes, altamente contagiosas e difíceis de tratar”, alerta. 
 
Farmacêutica
 
Procurada pela reportagem do UOL, a MSD (Merck Sharp & Dohme) enviou um documento com respostas para diversos casos divulgados na imprensa de supostos efeitos graves da vacina quadrivalente, inclusive o caso do Japão.  Segundo a empresa, não há comprovação científica de que os sintomas tenham relação com o produto. 
 
A MSD também afirma que “possui uma área de farmacovigilância cuja responsabilidade é monitorar globalmente todo e qualquer evento adverso que ocorra durante o uso de seus medicamentos, de modo a detectar eventuais aumentos do número de eventos adversos, bem como de eventos adversos não observados anteriormente para assegurar o perfil de segurança de seus medicamentos, mesmo após sua aprovação em estudos clínicos e registro pelas agências sanitárias.”
 
A farmacêutica também cita a Opas (Organização Pan-Americana de Saúde) que, em seu relatório de julho de 2013, reafirma o perfil de segurança das vacinas contra HPV, declarando que existem informações suficientes para suportar esta conclusão a partir dos dados obtidos de grandes estudos clínicos e informações contínuas de vigilância ativa e passiva pós-comercialização.
 
Sobre a morte de uma adolescente de 14 anos no Reino Unido, em 2009, duas horas após tomar a vacina contra HPV no colégio onde estudava, em Coventry, a MSD afirma que o Serviço Nacional de Saúde local investigou o caso, comprovou e divulgou para a imprensa, dias depois, que ela havia morrido em decorrência de um tumor maligno do mediastino (coração e partes adjacentes).
 
A empresa também frisa que, como ocorre com todas as vacinas, as reações mais comuns são relacionadas ao local da injeção como, por exemplo, dor, vermelhidão e inchaço (edema). Os menos comuns são cefaleia e febre. Em geral, esses sintomas são de leve intensidade e desaparecem no período de 24 a 48 horas. De acordo com a Academia Americana de Pediatria, “a ocorrência de um evento adverso após imunização não prova que a vacina provocou os sinais ou sintomas. A verdadeira associação causal requer que o evento ocorra numa taxa significativamente maior nos indivíduos vacinados do que em grupos não vacinados com idade e local de residência semelhante.”  
 
Fonte: Uol Saúde
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