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Juízas explicam a farmacêuticos que o sofrimento da mulher não deve ser minimizado

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Juízas explicam a farmacêuticos que o sofrimento da mulher não deve ser minimizado

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Juízas explicam a farmacêuticos que o sofrimento da mulher não deve ser minimizado

19 de agosto de 2020
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“O termômetro da violência doméstica está na mulher. Você não pode minimizar o sofrimento dela porque a agressão nem sempre é física”, explicou a juíza Carolina Valões para farmacêuticos e trabalhadores de farmácias que aderiram à campanha Sinal Vermelho. O evento contou ainda com a participação das magistradas Marcella Garcia e Eliana Machado, e da major Danielli Assunção, responsável pela Patrulha Maria da Penha.

Para a magistrada, é comum associarmos violência doméstica apenas com agressões físicas e por isso é mais difícil de identificar e denunciar os outros tipos de violência. “A violência física chacoalha, é perceptível no exato momento em que é praticada, já a violência psicológica vai minando a vida da mulher, é silenciosa e é muito perigosa. Nós precisamos nos comprometer a romper o ciclo da violência”, destacou.

Além de investir em campanhas de incentivo às denúncias, a juíza Carolina Valões frisou que é importante preparar as pessoas que atuam na rede de apoio para acolherem as mulheres e não as revitimizarem. As dúvidas dos participantes foram sanadas pela magistrada Marcella Garcia, que também colocou a Coordenadoria da Mulher à disposição para novos debates e capacitações sobre o tema.

Na ocasião, a juíza Eliana Machado explicou que muitos agressores deixam suas vítimas incomunicáveis e que as farmácias podem funcionar como um canal fundamental para as denúncias. “O farmacêutico não precisa perguntar nada à vítima, basta fornecer um meio de que a denúncia seja feita”, disse.

A major Danielli Assunção falou sobre a experiência exitosa da Patrulha Maria da Penha, que funciona 24 horas por dia e que atualmente garante a segurança de 448 vítimas. A major também explicou a diferença entre os canais de denúncia 190 e 180.

“É muito importante enfatizar que, quando a violência está acontecendo, você deve ligar para o 190, que irá enviar a viatura mais próxima. A ocorrência acabou? Eu não quero me envolver, mas estou inquieta, então eu devo ligar para o 180. Quando você liga para 180, a Polícia Civil começa uma investigação”, informou.

O evento foi realizado pelo Judiciário alagoano, por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher, em parceria com o Conselho Regional de Farmácia, com o objetivo de capacitar os trabalhadores de farmácias sobre a campanha de combate à violência contra mulher do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e da Associação de Magistrados Brasileiros (AMB).

Fonte: Dicom TJ/AL

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