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Jovens e crianças ‘tosam’ cabelos para doá-los a pacientes com câncer

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Jovens e crianças ‘tosam’ cabelos para doá-los a pacientes com câncer

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Jovens e crianças ‘tosam’ cabelos para doá-los a pacientes com câncer

17 de março de 2014
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'Correntes do bem' se espalham pelo país e fazem sucesso até na web.
Instituto do Câncer de SP não tem como transformar cabelos em perucas.
 
Uma “corrente do bem” tem feito cada vez mais pessoas cortarem seus cabelos e doá-los para instituições que tratam pessoas com câncer, que podem perder os fios por conta dos efeitos da quimioterapia. Os chumaços de cabelos dos voluntários chegam até pelo correio, acompanhados de cartas emocionadas. As ações têm se proliferado também entre adolescentes e crianças no Brasil e até no exterior (um vídeo da  menina canadense Emily, que corta os cabelos dela e da boneca, já teve mais de 2 milhões de visualizações). O Hospital do Câncer em Uberlândia recebe, em média, 15 doações de cabelo por semana. Já o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) não sabe o que fazer com tanto cabelo.
 
Neste ano, calouros aprovados no vestibular da Fuvest para os cursos oferecidos no Instituto de Matemática e Estatística (IME) da Universidade de São Paulo (USP) doaram os cabelos cortados no trote para a ONG Cabelegria. Criada há quatro meses, a ONG recebe, em média, 50 doações por dia, que se transformam em perucas doadas a crianças com câncer.
 
A caloura do curso de estatística da USP Camila Fontoura, de 18 anos, cortou dez centímetros dos cabelos tingidos de vermelho no dia do trote na faculdade. “Eu não ia cortar, foi um impulso. Achei a causa bacana”, afirma. Em Sorocaba (SP), a caloura de pedagogia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) Calíope Corcovia, de 20 anos, raspou todo o cabelo de mais de 40 centímetros para doá-lo a outra ONG, que atende vítimas de câncer, a Andanças. “Espero que quem receba esse cabelo ganhe também um sorriso no rosto e um incentivo”, diz Calíope.
 
Em Uberlândia (MG), a estudante Marília Carvalho, de 19 anos, decidiu doar o cabelo mesmo não tendo conseguido passar no vestibular para medicina. Depois de conhecer o trabalho de doações de cabelo do hospital, ela fez uma promessa. “Prometi doar parte dos meus fios caso eu passasse em medicina. Infelizmente não consegui passar no curso, mas ao visitar o hospital decidi antecipar a minha promessa”, explica.
 
Já o jovem Felipe Okazaki, de 20 anos, deixou o cabelo crescer durante um ano para então cortá-lo para doar ao Hospital do Câncer, em Uberlândia. Ele disse que decidiu doar porque não estava satisfeito com ele mesmo e queria fazer algo diferente. “A sensação de doar cabelo não é um momento único e não se limita ao tempo que você deixa o cabelo crescer. São várias sensações que sentimos, desde orgulho (pois é uma ação muito bonita) até a emoção, quando imaginamos como seria estar lutando contra o câncer”, destaca Felipe, que convenceu duas amigas e a irmã a doarem o cabelo também. “Uma coisa interessante é que você reflete sobre quando ajuda alguém e acaba descobrindo muito sobre si mesmo.”
 
Hospital de Uberlândia aproveita até o último fio
 
Lisos, crespos ou ondulados, todos os fios de cabelo são bem-vindos no Hospital do Câncer em Uberlândia, que tem cerca de seis mil pacientes em tratamento atualmente, do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba. “Recebemos doações de todos os tipos, tamanhos e cores de cabelo que puder imaginar”, diz Heliana Machado de Assis, responsável pelo banco de perucas. “Não pedimos por um tipo específico. Outra informação importante é que não existe um tamanho mínimo, pois os fios mais curtos podem ser usados, por exemplo, na confecção das franjas ou de perucas de cortes curtos”, informa.
 
Segundo Heliana, as doações são feitas por pessoas de todas as partes do país. A entrega dos fios pode ser feita pelos correios ou pessoalmente, na recepção do hospital. “O doador pode cortar com um cabeleireiro da preferência dele ou no salão que montamos no hospital. Depois enviamos os fios para uma voluntária que faz a confecção das perucas. Pedimos apenas que a pessoa deixe o cabelo amarrado em um ‘rabo de cavalo’ ou uma trança ao cortar”, orienta.
 
Uma tendência observada pela responsável pelo banco de perucas foi o aumento de doações também por parte das crianças. “Muitas delas ficam sabendo sobre esse tipo de doação e pedem aos pais para também doarem. Uma vez uma criança disse que deixou o cabelo crescer para doar para um tio que tinha câncer. Infelizmente ele faleceu antes, mas a menina manteve a decisão de doar. Uma atitude que emocionou a todos no hospital.”
 
Hospital de São Paulo não tem como fazer perucas
 
Esta onda de solidariedade também chegou ao Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). O problema, no entanto, é que as voluntárias da instituição não têm conseguido transformar as doações em perucas por falta de parceiros. Elas não encontraram profissionais que transformem os fios de cabelos naturais em perucas a um preço acessível, nem quem tope trocar os chumaços por perucas de fio sintético, o que seria uma possibilidade.
 
Oli Minutti, coordenadora das voluntárias do Icesp, chegou a permutar com um cabeleireiro, por duas vezes, chumaços de cabelo de verdade por perucas de fio sintético. Mas, segundo ela, a troca era injusta porque o cabeleireiro exigia uma quantidade muito grande de cabelo e oferecia poucas perucas.
 
Devido ao impasse, desde outubro do ano passado, todos os fios doados estão armazenados. Há pelo menos 50 tufos, de vários tipos, alguns bem compridos, frutos de doação, guardados.
 
Segundo Oli, o custo para transformar as madeixas doadas em perucas é muito alto –pode chegar a R$ 300. Por isso, as voluntárias trabalham com perucas de fios sintéticos que custam, em média, R$ 30 cada. São doadas até 50 itens por mês a pacientes que não podem comprá-los. A renda para cobrir despesas como esta é proveniente de dois bazares realizados durante o ano, além de doações.
 
“Estou cogitando até não aceitar mais os cabelos, infelizmente. Às vezes recebemos doações de familiares que fizeram promessa e têm expectativa de ver seu cabelo sendo dado a um paciente. A pessoa tem esperança, pede fotos [das perucas feitas com o próprio cabelo], e eu não consigo realizar esse sonho. Fico triste”, afirma Oli, que trabalha como voluntária desde 2008.
 
Entre as doações armanezadas no Icesp há chumaço com uma carta de uma mulher identificada como Vania, de Itapecerica da Serra (SP). O texto diz: “Sei que esta doação é muito pouco comparada à batalha de vencer um câncer. Pois recentemente perdi uma pessoa muito querida vítima dessa doença. Espero pelo menos conseguir ajudar uma pessoa com essa doação, pois a faço com muito carinho.”
 
Peruca sintética
 
Enquanto não consegue aproveitar os fios, o grupo de voluntárias do hospital investe na compra das perucas sintéticas. Francisca Pereira Alves Rodrigues, de 65 anos, vítima de câncer de mama, é uma das pacientes beneficiadas.
 
Ela passou por quatro sessões de quimioterapia e perdeu os longos cabelos. Agora tenta criar novos hábitos. “Estou bem, fazendo o impossível para não entrar em depressão. Comprei um lenço para cobrir a cabeça, mas não me adaptei porque transpira muito. Optei pela touca, mas agora quero substituir pela peruca.”
 
As voluntárias do Icesp aceitam doações de lenços e turbantes que são repassados às pacientes. Em uma sala do hospital Icesp elas ensinam várias formas de usar os lenços e como higienizar as perucas. Também oferecem aulas de artesanato para os familiares dos pacientes que passam horas no hospital como acompanhantes, durante as sessões de quimioterapia.
 
Serviço
 
Hospital do Câncer de Uberlândia (MG) – (34) 3291-6100
Instituto do Câncer do Estado de São Paulo – Voluntárias – (11) 3893-2059
ONG Cabelegria – E-mail: [email protected]
Hospital de Câncer de Barretos (SP) – (17) 3321-6600
Banco de Perucas de Xanxerê (SC) – (49) 3433-7444
 
Fonte: Bem estar
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