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HPV reduz a fertilidade masculina, aponta estudo

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HPV reduz a fertilidade masculina, aponta estudo

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HPV reduz a fertilidade masculina, aponta estudo

18 de maio de 2015
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O HPV, vírus transmitido por contato sexual que às vezes desencadeia cânceres genitais, também pode afetar seriamente a fertilidade masculina. A presença dele no sêmen atrapalha o nado dos espermatozoides e a viabilidade dos embriões quando essas células conseguem fecundar o óvulo.
 
Tais conclusões integram uma série de estudos feitos por pesquisadores italianos, que deverão apresentar os resultados nesta semana em São Paulo, durante o 1º Congresso Internacional Huntington de Medicina Reprodutiva.
 
Para os cientistas, liderados por Carlo Foresta, da Universidade de Pádua, é possível que muitos dos casos de infertilidade masculina que hoje não têm explicação estejam ligados ao HPV –estima-se que a maior parte da população terá HPV ao longo da vida.
 
Hoje, a recomendação usual é vacinar contra o vírus as meninas que estão prestes a iniciar sua vida sexual.
 
“Vacinar também os homens traria uma proteção extra para as mulheres não vacinadas e reduziria custos com o diagnóstico e o tratamento da infertilidade”, afirma Andrea Garolla, da Unidade de Andrologia e Medicina Reprodutiva da Universidade de Pádua, que é coautor dos estudos.
 
“A vacinação seria a única intervenção viável hoje para prevenir o problema, porque não há medicamentos que eliminem totalmente o HPV do organismo depois que a infecção aconteceu”, explica Rodrigo Sousa Madeira Campos, urologista do A.C. Camargo Cancer Center, que avaliou a pesquisa italiana a pedido da Folha.
 
Para o médico brasileiro, a associação entre o HPV e os problemas de fertilidade proposta pela equipe de Pádua é bastante plausível. Os italianos estimaram que embriões gerados por homens com HPV são perdidos em 66% dos casos, contra apenas 15% entre aqueles sem o vírus.
 
ENFIADO NO DNA
 
O principal trabalho de Foresta, Garolla e companhia, publicado na revista especializada “Andrology”, é uma meta-análise, ou seja, uma avaliação crítica de boa parte da literatura científica já publicada sobre o tema.
 
Após avaliar dezenas de outros estudos, os pesquisadores concluíram que há boas razões para acreditar que homens que possuem o HPV em seu sêmen têm probabilidade maior de desenvolver astenozoospermia – grosso modo, uma “síndrome do espermatozoide preguiçoso”, na qual as células masculinas têm dificuldade de nadar rumo aos óvulos e, consequentemente, de fecundá-los e gerar um embrião.
 
As razões para isso ainda não estão totalmente claras, mas uma possibilidade é que, ao integrar seu DNA ao genoma das células humanas, como costuma fazer quando causa câncer, o HPV esteja bagunçando o funcionamento dos espermatozoides.
 
Também há indícios de que, mesmo nos casos de fecundação bem sucedida, o DNA viral acabe atrapalhando uma série de processos cruciais para o começo da gestação, como a fixação do embrião e o desenvolvimento dos tecidos invasivos que ele usa para obter recursos do organismo da mãe.
 
O que não se sabe ainda é se, mesmo com essas dificuldades, uma criança poderia nascer com o genoma do HPV integrado ao seu DNA desde o momento da fecundação. “É possível, mas pouco provável, porque em fases tão precoces a interferência do DNA viral dificilmente permitiria o desenvolvimento normal do embrião”, argumenta Garolla.
 
Para homens que estão tentando ser pais há bastante tempo sem sucesso e possuem o vírus em seu esperma, os italianos propõem que uma forma de mitigar o problema seria a lavagem do sêmen com produtos que podem remover ao menos parte da carga viral.
 
Depois disso, os médicos responsáveis pelo tratamento de infertilidade adotariam a chamada injeção intracitoplasmática de espermatozoide, técnica na qual uma única célula masculina é injetada num óvulo, para aumentar as chances de uma gestação. 
 
Fonte: Folha de São Paulo
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