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HIV está se tornando menos mortal e infeccioso, diz estudo

3 de dezembro de 2014
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Pesquisa coordenada pela Universidade de Oxford demonstra que vírus está perdendo força e tardando mais a causar Aids.
 
O vírus HIV está se tornando menos mortal e menos infeccioso, de acordo com uma pesquisa coordenada pela Universidade de Oxford.
 
Os pesquisadores mostraram que o vírus está perdendo força ao se adaptar ao nosso sistema imunológico e demorando mais para causar a Aids (a síndrome da imunodeficiência adquirida, que ocorre à medida que as barreiras imunológicas do corpo começam a ser corroídas).
 
Alguns virologistas sugerem que a evolução do vírus pode torná-lo, algum dia, “quase inofensivo”. Para os pesquisadores de Oxford, as mudanças no vírus podem ajudar nos esforços para conter a pandemia.
 
Hoje, o HIV infecta mais de 37 milhões de pessoas no mundo – em seus corpos, ocorre uma batalha entre o sistema imunológico e o vírus. Tal qual um mestre do disfarce, o vírus sabe rapidamente e com pouco esforço passar por mutações para se adaptar ao sistema imunológico.
 
No entanto, às vezes o HIV infecta uma pessoa com um sistema imunológico particularmente eficaz.
 
“[Nestes casos] o vírus fica entre a cruz e a espada”, explica o professor Philip Goulder, da Universidade de Oxford. “Ele pode perder a eficácia ou se transformar para sobreviver e, se tiver que mudar, isso terá um custo.”
 
O “custo” é uma diminuição na capacidade de se replicar, o que faz com que o vírus se torne menos infeccioso e leve mais tempo para causar Aids.
 
Lentidão
 
À medida que este vírus enfraquecido é passado para outras pessoas, tem início um lento ciclo de enfraquecimento.
 
A equipe mostrou esse processo acontecendo na África, comparando Botswana, onde os problemas com o HIV existem há um longo tempo, e África do Sul, onde o vírus chegou uma década depois.
 
“É bastante surpreendente. É possível ver que a capacidade de se replicar é 10% menor em Botswana do que na África do Sul e isso é muito emocionante”, disse Goulder à BBC.
 
“Estamos observando a evolução acontecer na nossa frente e é surpreendente a rapidez com que o processo está acontecendo. O vírus está perdendo sua capacidade de causar doença e isso vai contribuir para sua eliminação.”
 
As descobertas foram publicadas na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
 
Ataque dos antirretrovirais
 
O estudo também sugere que as drogas antirretrovirais estão forçando o HIV a evoluir para formas mais leves. Os medicamentos teriam como alvo principalmente as versões mais agressivas do HIV, permitindo a reprodução das formas menos violentas.
 
“Vinte anos atrás, a Aids se manifestava em dez anos. Mas, nos últimos dez anos, em Botswana, isso pode ter aumentado para 12,5 anos – um aumento pequeno, mas que no contexto geral é uma mudança rápida”, disse Goulder.
 
“É possível imaginar que isso se estenda cada vez mais e que, no futuro, as pessoas possam permanecer assintomáticas durante décadas.”
 
“Se a tendência continuar, em seguida, podemos ver uma mudança de cenário global: uma doença longa sendo menos transmissível”, disse à BBC Jonathan Ball, virologista da Universidade de Nottingham.
 
“Em teoria, se deixássemos o HIV seguir o seu curso, veríamos o surgimento de uma população humana mais resistente ao vírus do que somos hoje coletivamente. A infecção por HIV acabaria se tornando quase inofensiva. Isso provavelmente já aconteceu ao longo da história, mas estamos falando de escalas de tempo muito grandes.”
 
Porém, o grupo alertou que mesmo uma versão enfraquecida do HIV ainda é perigosa e pode causar Aids.
 
Andrew Freedman, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Cardiff, qualificou o estudo de “intrigante”.
 
“Os pesquisadores foram capazes de demonstrar como o vírus se enfraqueceu ao longo do tempo. O uso generalizado de terapia antirretroviral pode ter um efeito semelhante e, em conjunto, estes efeitos podem contribuir para o controle final da epidemia de HIV”, disse.
 
Mas ele advertiu que o HIV ainda tem “um caminho muito longo” até se tornar inofensivo e que “outros acontecimentos podem substituir isso, incluindo um acesso mais amplo ao tratamento e, eventualmente, o desenvolvimento de uma cura”.
 
Fonte: G1 Saúde
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