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Dupla mastectomia após câncer é feita sem indicação em 70% dos casos

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Dupla mastectomia após câncer é feita sem indicação em 70% dos casos

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Dupla mastectomia após câncer é feita sem indicação em 70% dos casos

23 de maio de 2014
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Mulheres optam por procedimento por medo de reincidência, diz estudo.
Procedimento só é indicado para quem tem histórico familiar ou mutação.
 
A maioria das mulheres que optam por fazer uma dupla mastectomia depois de serem diagnosticadas com câncer de mama não têm indicação clínica para fazer o procedimento. Esta é a conclusão de um estudo americano publicado na revista “JAMA Surgery” nesta quarta-feira (21).
 
A possibilidade de retirar as duas mamas após o diagnóstico de câncer é apresentada principalmente a mulheres com histórico familiar da doença ou com mutação genética que determina maior risco de o câncer vir a aparecer nas duas mamas. Apenas para esse pequeno grupo há evidências científicas de que a retirada dos dois seios prolonga a sobrevida livre da doença. Mas, de acordo com a pesquisa, 68,9% das mulheres que optam pelo procedimento não se enquadravam nesse perfil.
 
Pesquisas anteriores mostram que, ao redor do mundo, a ocorrência da chamada mastectomia profilática contralateral (MPC) – quando a mama não afetada pelo câncer também é retirada como forma de prevenir o surgimento da doença – tem aumentado, o que traz preocupações de que essa opção esteja sendo adotada de forma indiscriminada.
 
“As mulheres parecem estar usando a preocupação em relação à reincidência do câncer para optar pela mastectomia profilática contralateral. Isso não faz sentido porque ter um seio não afetado removido não vai reduzir o risco de reincidência no seio afetado”, diz a pesquisadora Sarah Hawley, professora da Escola de Medicina da Universidade de Michigan e uma das autoras da pesquisa.
 
O estudo avaliou 1.447 mulheres americanas diagnosticadas com câncer de mama, com idade média de 59 anos. Do total, 7,9% optaram pela retirada das duas mamas. Dentro desse grupo, 68,9% não tinham histórico familiar de câncer nem tiveram um exame genético positivo para a presença da mutação que determina um maior risco (BRCA1 e BRCA2).
 
Os autores do estudo destacam que a maior parte dessas pacientes nem chegou a fazer o exame genético. Mas algumas delas, mesmo tendo o resultado negativo para a mutação, optaram pela dupla mastectomia. De acordo com os resultados, o medo do reaparecimento da doença observado nas participantes foi um fator importante para a tomada dessa decisão.
 
“A taxa crescente da mastectomia profilática contralateral motivou alguns cirurgiões a questionar se realizar uma operação extensa que não é clinicamente indicada é justificável para reduzir o medo da reincidência da doença”, afirma o artigo.
 
Tendência x riscos
 
Segundo o cirurgião Ruffo de Freitas Júnior, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), realmente houve um aumento no número de cirurgias profiláticas da mama nos últimos anos.
 
Ele cita que, em muitos casos, além do temor de que o câncer possa surgir na outra mama, as pacientes também levam em conta a questão estética para tomar essa decisão. “Se a mulher tem uma mama com prótese e a outra natural, dificilmente se consegue uma boa simetria”, diz o médico.
 
Segundo Freitas Júnior, o caso da atriz americana Angelina Jolie, que resolveu passar por uma mastectomia total profilática por apresentar os genes BRCA1 e BRCA2, também contribuiu para a popularização da prática.
 
Ele observa que a decisão final sobre fazer ou não o procedimento profilático é da paciente, mas que o médico deve deixar claro todos os riscos envolvidos.
 
De acordo com o médico, ao retirar uma mama saudável, a paciente está aumentando seus riscos de ocorrência de infecção e de necrose. Existe o risco, inclusive, de ter de retirar a prótese, caso haja complicações. Além disso, é possível que haja a perda de sensibilidade da mama, o que pode afetar a sexualidade. Ele lembra ainda que a retirada total da mama reduz em, no máximo, 90% os riscos do aparecimento do câncer.
 
Fonte: Bem Estar
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