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Aedes aegypti representa risco em 117 municípios do país, diz ministério

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Aedes aegypti representa risco em 117 municípios do país, diz ministério

5 de novembro de 2014
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Brasil tem 824 casos confirmados de chikungunya desde setembro.
Ministério lança campanha de prevenção contra mosquito transmissor.
 
A infestação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e da febre chikungunya, representa risco em 117 municípios brasileiros, segundo o Ministério da Saúde. A pasta informou nesta terça-feira (4) que em quatro a cada 100 casas visitadas há a presença de focos do mosquito.
 
Os dados foram divulgados durante o lançamento da Campanha Nacional de Prevenção da dengue e chikungunya, que aconteceu em Brasília.
 
O governo confirmou que até o dia 25 de outubro foram diagnosticados 824 casos da febre chikungunya no Brasil. O primeiro foi confirmado em setembro. Os casos de dengue somam 556.317 em 2014. 
 
O Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes Aegypti (LIRAa) foi feito em outubro em 1.463 municípios. Os dados foram fornecidos pelas secretarias de Saúde dos municípios.
 
A pesquisa aponta as regiões com maior risco de transmissão das doenças no país. Segundo o ministério, 533 municípios estão em situação de alerta (1 a 3 casas com larvas) e 813 em situação satisfatória (de cada 100 casas, uma ou menos com larvas).
 
Entre as cidades em situação de alerta estão dez capitais: Belém (PA), Porto Velho (RO), Maceió (AL), Natal (RN), Recife (PE), São Luis (MA), Aracaju (SE), Vitória (ES), Cuiabá (MT) e Porto Alegre (RS).
 
O Nordeste é a região com mais municípios em situação de risco, segundo o Ministério da Saúde. Foram detectadas 96 cidades entre 727 pesquisadas. A pesquisa mostra que houve uma queda no número de imóveis infectados pelas larvas do mosquito de 2013 para este ano. No ano passado, o LIRAa apontou que 159 municípios estavam em situação de risco e 539 em alerta.
 
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, admitiu que a similaridade entre dengue e chikungunya preocupa. “Agora nós temos uma tarefa adicional, e que nos preocupa bastante, que é também da febre chikungunya. Por que isso? Eu digo, muito mais em função da possibilidade que a gente tenha […] de perder a capacidade de fazer diagnóstico e a conduta adequada dos casos de dengue se agravarem porque as medidas de enfrentamento, de prevenção, que nós temos com a dengue, são as mesmas da chikungunya.”
 
O ministro disse ainda que o governo tem maior preocupação com a dengue, que é mais letal do que a febre chikungunya. “Sem dúvida nenhuma, [o que preocupa mais é] a dengue. Nós não teremos óbitos por chikungunya e nós temos óbitos com a dengue, muito embora nós tenhamos reduzido em 40% o número de óbitos de 2013 para 2014. E tem uma manifestação mais grave, muito mais preocupante que chikungunya.”
 
Neste ano, 379 pessoas morreram por dengue no país, segundo o Ministério da Saúde. Em 2013, foram 646 óbitos.
 
Segundo o governo, o estudo é importante para reduzir a transmissão durante o verão,  que é a estação mais propícia, já que a chuva e o calor são a combinação ideal para o aedes aegypti se desenvolver. “Se não agir com muita rapidez, em janeiro vai para 8% a 10% [8 a 10 casas com o foco do mosquito a cada 100]”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
 
Nova campanha
 
“O perigo aumentou. E a responsabilidade de todos também”, diz o slogan da campanha do ministério lançada nesta terça. Para chamar a atenção sobre a importância da prevenção, o governo produziu imagens que trazem principalmente os criadouros dos mosquitos aedes, como vasos de plantas com água, sacos de lixo, tonéis e caixas d’água abertos, pneus desprotegidos e garrafas plásticas destampadas.
 
De acordo com a pasta, é preciso destacar que a forma como se combate o foco do mosquito é a mesma para se evitar as duas doenças.
 
Sintomas
 
Os sintomas da febre chikungunya e da dengue também são parecidos. A chikungunya também dá febre alta, mal estar, dor de cabeça e manchas na pele. A diferença é que a dor nas articulações dos pés e das mãos é bem mais forte, principalmente nos pulsos e tornozelos.
 
O “Dia D” de combate ao mosquito aedes aegypti está previsto para o próximo dia 6 de dezembro.
 
Fonte: G1 Saúde
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