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Em 35 anos, ‘superbactérias’ poderão estar matando mais que câncer

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Em 35 anos, ‘superbactérias’ poderão estar matando mais que câncer

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Em 35 anos, ‘superbactérias’ poderão estar matando mais que câncer

5 de janeiro de 2015
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Organismos resistentes a antibióticos poderão estar matando 10 milhões de pessoas por ano a partir de 2050, diz estudo liderado por economista Jim O'Neill.
 
Bactérias resistentes a antibióticos matarão pelo menos 10 milhões de pessoas por ano a partir de 2050, mais do que o número atual de mortes provocadas por cânceres, se providências não forem tomadas por autoridades médicas ao redor do mundo. É o que afirma um estudo encomendado pelo governo britânico.
 
Coordenado pelo economista Jim O'Neill, mais conhecido por ter criado o termo Bric – para juntar as economias emergentes Brasil, Rússia, Índia e China -, o estudo levou em conta projeções do instituto de pesquisas Rand Europe e da empresa de consultoria KPMG para calcular não apenas taxas de mortalidade provocadas pelas chamadas “superbactérias”, como também seu impacto econômico nos sistemas de saúde.
 
Segundo O'Neill, os custos de tratamento de infeções causadas por essas superbactérias chegarão a US$ 100 trilhões nas próximas décadas.
 
“Para se ter uma ideia (do impacto econômico), o PIB da Grã-Bretanha é de cerca de US$ 3 trilhões, então esse custo equivaleria a 35 anos de contribuição britânica para a economia mundial”, disse O'Neill à BBC.
 
Mas são justamente os países emergentes que poderão ser os mais atingidos pelos aumentos no número de casos.
 
Vulnerabilidade emergente
 
Atualmente, as infeçcões de superbactérias, associadas a doenças como a e. coli e a tuberculose, matam cerca de 700 mil pessoas por ano ao redor do mundo, ao passo que cânceres matam 8,2 milhões. De acordo com as projeções do estudo de O'Neill, as mortes anuais relacionadas a casos de doenças resistentes a antibióticos poderão chegar em 2050 a 4,7 milhões na Ásia, 4,1 na África e 392 mil na América Latina.
 
“Na Nigéria, por exemplo, uma em cada quatro mortes a partir de 2050 poderá ser atribuída a infeçcões resistentes a antibióticos, ao passo que a Índia teria dois milhões de mortes adicionais por ano”, acrescentou o economista.
 
A escalada prevista pelo estudo poderia provocar um redução de entre 2% a 3% no crescimento econômico global.
 
Os pesquisadores envolvidos no estudo alertam para o que chamam de subestimação do impacto potencial das falhas no combate às superbactérias por parte de autoridades de saúde ao redor do mundo, já que infecções mais resistentes causarão problemas generalizados na área de saúde.
 
Procedimentos como cesárias, trocas de articulações, quimioterapia e transplantes estão entre muitos tratamentos médicos que dependem do uso de antibióticos para prevenir infecções.
 
O estudo coordenado por O'Neill, por exemplo, estima que atualmente as cesarianas contribuem para 2% do PIB mundial. Sem antibióticos eficazes, os procedimentos não apenas ficariam mais arriscados como teriam mais possibilidades de insucesso.
 
O economista e sua equipe agora se debruçarão sobre possíveis soluções para a crise, como foco em sugestões para políticas de desenvolvimento de novos medicamentos, na ação mundial coordenada relacionada a testes em animais e humanos, e em mudanças no uso de drogas que poderiam contribuir para reduzir a resistência bacteriana. O'Neill disse que o apoio dos países emergentes será fundamental e ressaltou a importância do fato de que Turquia e China ocuparão a presidência do G20 em 2015 e 2016.
 
Especialistas concordam com a necessidade de desenvolvimento de novos medicamentos. Laura Piddock, microbióloga da Universidade de Birmingham e que pesquisa o fortalecimento de bactérias como e. coli e a salmonela, afirma que não há investimento suficiente para a descoberta de novos remédios.
 
“Bactérias como o e.coli são muito resistentes e é difícil encontrar drogas contra elas. Precisamos de mais investimento e novos modelos de negócios para que as drogas estejam disponíveis quando os pacientes precisarem”, disse Piddock à BBC.
 
Fonte: G1 Saúde
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