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Risco cardíaco aumenta depois que a mulher entra na menopausa

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Risco cardíaco aumenta depois que a mulher entra na menopausa

15 de agosto de 2014
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Hormônio feminino estrogênio também age como protetor do coração.
Entenda por que a 1ª e a última menstruações podem vir antes do tempo.
 
Na vida da mulher, existem duas fases muito marcantes: a primeira e a última menstruações. Esses são momentos de grandes transformações corporais, que também deixam as emoções à flor da pele. A menarca (primeira menstruação) ocorre por volta dos 12 ou 13 anos, e é quando o corpo sofre várias mudanças e começam as visitas ao ginecologista. Já a menopausa (última menstruação) chega normalmente após os 45 anos. Mas, em algumas mulheres, esses dois períodos podem vir precocemente.
 
Depois da menopausa, o coração feminino exige ainda mais atenção. Isso porque o hormônio feminino estrogênio, entre outras funções, atua como um protetor do sistema cardiovascular. Depois que ele se esgota, portanto, podem começar os problemas, segundo o cardiologista Otavio Gebara. Por isso, é importante visitar um especialista regularmente.
 
De acordo com a ginecologista Helizabeth Salomão, também é importante fazer exames de rastreamento mamário, como ultrassom, a partir dos 35 anos e ficar sempre atenta no autoexame à presença de qualquer cisto, nódulo ou algo diferente. No caso da mamografia, ela deve ser feita após os 40 ou 50 anos, dependendo de cada caso e do histórico familiar.
 
Entre os motivos que levam uma mulher a parar de menstruar antes do tempo, estão: tabagismo, laqueadura tubária (ligadura das trompas), histerectomia (retirada do útero), retirada dos ovários, quimioterapia, medicamentos para disfunções na tireoide ou diabetes, e histórico familiar. Os principais sintomas da menopausa são: irregularidade menstrual, ausência de desejo sexual, ressecamento vaginal, calorões (fogachos), irritabilidade, ansiedade, depressão, suores noturnos, insônia, cansaço, incontinência urinária, dores de cabeça, perda de memória, aumento de peso e perda de força muscular e de massa óssea (risco de osteoporose).
 
Gebara também citou outros fatores de risco cardiovascular para a mulher, como hipertensão, tabagismo, obesidade, sedentarismo, colesterol, diabetes e histórico familiar. E Helizabeth destacou a necessidade de reposição hormonal nos casos de menopausa precoce para aliviar os sintomas, desde que não haja nenhuma contraindicação.
 
Já em relação à menarca precoce, os fatores que contribuem para isso são: genética, alimentação, alterações hormonais e obesidade.
 
Fonte: Bem Estar
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