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Apesar de curável, hanseníase continua a ser estigmatizada

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Apesar de curável, hanseníase continua a ser estigmatizada

16 de julho de 2014
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Ao longo de sua adolescência, José Ramirez Jr., hoje assistente social em Houston, sofreu uma série de sintomas intrigantes. Às vezes ele tinha febre. Em outros momentos, náuseas. Suas mãos e pés inchavam, e surgiam feridas em sua pele que demoravam a cicatrizar. Ele sentia hipersensibilidade ao toque e era incapaz de aceitar a presença até mesmo de um lençol. Seus antebraços ficavam dormentes.
 
Os dermatologistas não conseguiam compreender. Espíritas falavam em possessão demoníaca. Por fim, dois médicos de um hospital local enviaram uma amostra de sua pele para biópsia a pesquisadores federais em Atlanta. “Em 24 horas, o diretor do Departamento de Saúde do Texas veio me ver”, conta Ramirez. “E me contou que eu tinha hanseníase”.
 
Isso aconteceu em 1968, quando Ramirez tinha 20 anos. Ele passou os sete anos seguintes no Leprosário Nacional norte-americano em Carville, Louisiana.
 
Hoje, Ramirez, 66, está curado e não apresenta sinais visíveis da doença em termos de cicatrizes faciais, desfiguração, perda de dedos ou marcas profundas nas mãos e pés.
 
Porém, as cicatrizes emocionais são outra coisa. O “estigma, culpa e vergonha” que acompanham a doença são mais fortes do que qualquer um poderia imaginar, diz Ramirez, e a ignorância quanto a ela continua profunda. É por isso que ele faz palestras no mundo inteiro, com a mensagem de que tudo que você pensa saber sobre a hanseníase provavelmente está errado.
 
A mensagem ecoa também entre os pesquisadores, que dizem que a doença continua a confundi-los e a surpreendê-los. A hanseníase hoje pode ser curada por meio de um tratamento intensivo com antibióticos, mas a natureza da Mycobacterium leprae não está completamente definida.
 
Um grupo de pesquisa sustenta que a hanseníase pode ser a mais antiga doença infecciosa a se propagar especificamente em seres humanos, com origens que remontam a milhões de anos.
 
Mas os cientistas também constataram que o bacilo da hanseníase tem propriedades de migração baixas entre hospedeiros humanos. Morre rapidamente no interior do corpo, e cerca de 95% das pessoas parecem imunes a ele. “Eu o defino como um patógeno fracote”, diz Richard Truman, do Programa Nacional da Hanseníase norte-americano, na Louisiana.
 
Estudos constataram que cerca de metade do DNA da M. leprae consiste em pseudogenes, sequências genéticas inertes. A proporção de código genético inativo pode explicar o motivo de o patógeno da hanseníase ter um dos tempos de geração mais lentos em sua categoria, dividindo-se apenas uma vez a cada 12 a 14 dias, ante os 20 minutos da onipresente E. coli.
 
Ainda que a bactéria cresça lentamente, se não for tratada, ela se multiplicará em volume de trilhões, formando nódulos espessos e escamosos no rosto e nas extremidades do corpo -“leprae” é o termo grego para “escamoso”-, e destruirá as células de Schwann que protegem o sistema nervoso periférico.
Hoje, a hanseníase é rara, mas ainda atinge 200 mil pessoas ao ano, a maioria delas no Brasil, na Índia e em países em desenvolvimento.
 
Erwin Schurr, da Universidade McGill, em Montreal, e outros pesquisadores identificaram alguns genes de suscetibilidade à hanseníase, variações de genes humanos que por motivos ainda misteriosos parecem elevar a probabilidade de que a exposição ao patógeno resulte em doença.
 
Os historiadores da medicina também estão questionando a suposição de que os portadores de hanseníase foram sempre rejeitados e excluídos. Os estudiosos apontam a frenética construção de leprosários, do século 11 ao 14 na Europa, como prova de que os leprosos eram considerados tão perigosos que era preciso isolá-los.
 
Mas estudos recentes trazem o argumento de que essa mania relacionada à hanseníase era uma maneira que as aldeias encontravam de obter doações.
 
Os leprosários surgidos no século 19 e no começo do século 20 funcionavam de fato como colônias de isolamento. O medo de contágio cresceu mesmo quando Gerhard Armauer Hansen, o médico norueguês que descobriu o M. leprae em 1874, não conseguiu oferecer provas de sua patogenia. Nenhum dos espécimes nos quais Hansen injetou amostras da bactéria, o que incluiu seu próprio corpo, foi contaminado.
 
Os pesquisadores continuam intrigados pela recusa da bactéria a crescer em uma cultura de células ou praticamente qualquer animal não humano. A única e intrigante exceção é o tatu-verdadeiro. Pesquisadores afirmam acreditar que tatus selvagens, nativos do hemisfério ocidental, tenham contraído a infecção de colonos europeus dois séculos atrás.
 
Nas terras alagadiças costeiras, nas quais a densidade populacional dos tatus pode ser alta, 20% ou mais deles, estima-se, estão infectados e podem transmitir a bactéria a seres humanos.
 
Ramirez suspeita ter contraído hanseníase quando criança, trabalhando no campo com seu pai. Os tatus eram presença frequente nas áreas rurais.
 
Fonte: Folha de S.Paulo
 
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