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Dois anos depois de veto, emagrecedores podem retornar

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Dois anos depois de veto, emagrecedores podem retornar

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Dois anos depois de veto, emagrecedores podem retornar

18 de junho de 2014
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Dois anos e meio após o governo ter proibido a venda e o uso de três tipos populares de emagrecedores no país, pessoas com excesso de peso recorreram a drogas de uso “off label” –registradas para outras finalidades–, se submeteram a mais procedimentos médicos e tiveram agravado o grau da obesidade.
 
É o que relatam especialistas em nutrologia e endocrinologia ouvidos pela reportagem, que defendem a volta ao mercado das substâncias femproporex, mazindol e anfepramona (do grupo das anfetaminas e seus derivados).
 
Elas foram banidas em 2011 pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), para a qual não há provas científicas de que as substâncias são eficazes, e o risco do uso delas superaria os benefícios à saúde.
 
Esse veto, porém, corre o risco de cair. Um projeto na pauta da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado susta os efeitos da resolução da Anvisa que tirou os anfetamínicos de cena. Se aprovado na comissão, o texto vai ao plenário da Casa e à promulgação pelo Congresso.
 
A expectativa é que a CCJ avalie o texto em 2 de julho. A Folha apurou que a própria Anvisa já avalia que o projeto será aprovado. Médicos e pacientes a favor da liberação têm feito gestões junto aos senadores pela aprovação.
 
“A Anvisa tirou produtos eficazes, com trabalhos científicos e há mais de 50 anos no mercado. Os pacientes sumiram dos consultórios e voltam depois com diabetes e hipertensos”, critica Dimitri Homar, médico integrante da diretoria da Abran (Associação Brasileira de Nutrologia).
 
Segundo Homar, a alternativa foi buscar remédios de uso “off label”, que são mais caros e não são os mais adequados por não terem sido estudados para o emagrecimento. O topiramato (anticonvulsivante), Victoza (contra o diabetes tipo 2) e bupropiona (antidepressivo) são algumas das drogas procuradas.
 
O endocrinologista João Castro adiciona outro nome à lista das alternativas: a lisdexanfetamina, usada contra o deficit de atenção.
 
Castro afirma que a percepção, no consultório médico, é que aumentou o número de pessoas com problemas de peso e o grau de obesidade.
 
Os médicos rejeitam os resultados de uma pesquisa feita por telefone – e divulgada pelo Ministério da Saúde– que aponta a estagnação dos percentuais de excesso de peso e de obesidade em 2013.
 
Se aprovado o projeto, a Anvisa ainda poderia editar uma nova resolução, com os mesmos vetos –algo com potencial político explosivo.
 
Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, prefere não entrar na questão política. “A Anvisa já manifestou sua posição técnica de forma exaustiva (…) Somente uma lei pode dispensar a Anvisa da responsabilidade de evitar que existam medicamentos no mercado que causem mais danos do que a doença que pretendem tratar”, afirma.
 
DE OLHO
 
O andamento do projeto que pode derrubar o veto da Anvisa é acompanhado de perto pelo grupo “União pela volta dos inibidores de apetite e suplementos alimentares”, com mais de 3.000 seguidores no Facebook.
 
Uma das integrantes do grupo, Antônia Rodrigues, 50, tomou anfepramona durante 17 anos, com o objetivo de controlar a ansiedade e a compulsão pela comida.
 
Meses após o veto ao remédio, conta, começou a engordar, passando de 68 kg, em 2011, e atingindo os 94 kg.
 
“Eu já tinha problemas com a minha articulação, e isso se potencializou. Estou sem medicamento e sem poder fazer academia. Você fica sem saída”, lamenta.
 
Antônia afirma que já tentou usar um medicamento contra diabetes, mas sentiu efeitos limitados. “No desespero”, recorreu ao mercado negro: “Era maisena.”
 
Simone Claudino, 41, também tomava anfepramona como forma de manter o peso. “O remédio não me fazia emagrecer tanto. Já tinha chegado a um peso bom, mas queria mantê-lo.”
 
Depois de parar de tomar, o peso passou de cerca de 70 kg para 93 kg. Por conta própria, tentou tomar a sibutramina (um emagrecedor permitido, mas vendido com regras rígidas) e teve problemas cardíacos.
 
“A sociedade trata a obesidade como uma sem-vergonhice e não como uma doença”, diz.
 
Fonte: Folha de São Paulo
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