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Estudo revela funções da placenta na gestação

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Estudo revela funções da placenta na gestação

13 de junho de 2014
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Antes considerada estéril, a placenta abriga um mundo de bactérias que pode influenciar o curso da gestação e ajudar a moldar a saúde do recém-nascido e a composição bacteriana de seu intestino, segundo um novo estudo.
 
A pesquisa é parte de um esforço científico mais amplo que explora o microbioma, os trilhões de bactérias, vírus e fungos que habitam o corpo. Esses organismos afetam a digestão, o metabolismo e outros processos biológicos, podendo desempenhar funções no desenvolvimento de doenças.
 
Durante a gravidez, segundo os autores do novo estudo, a combinação errada de bactérias na placenta pode contribuir para partos prematuros. A pesquisa é preliminar, mas pode ajudar a explicar por que doenças periodontais e infecções urinárias em grávidas estão associadas a partos prematuros. As descobertas também sugerem a necessidade de mais estudos sobre os efeitos de antibióticos tomados durante a gravidez.
 
A pesquisa indica que os bebês podem absorver da placenta uma parte importante das bactérias que estarão em seus intestinos. Se confirmada, essa pode ser uma boa notícia para mulheres submetidas a cesarianas. Alguns pesquisadores defendem a tese de que bebês nascidos dessa forma deixam de receber bactérias úteis às quais teriam sido expostos no canal de parto.
 
“Acho que as mulheres podem ter certeza de que não condenaram o microbioma de seus bebês para o resto da vida”, disse Kjersti Aagaard, autora do estudo publicado em maio na revista “Science Translational Medicine”. Ela acrescentou que ainda é preciso estudar a influência das cesarianas sobre o microbioma.
 
Faz pouco tempo que as atenções se voltaram para a placenta, órgão que se forma dentro do útero, fornece oxigênio e nutrientes ao feto, remove resíduos e secreta hormônios. “As pessoas estão curiosas com o papel da placenta”, disse Aagaard, da Faculdade de Medicina Baylor e do Hospital Infantil do Texas, em Houston.
 
Sua equipe observou, em pesquisas anteriores, que os micróbios mais abundantes na vagina não coincidiam com os encontrados nos intestinos de recém-nascidos. Então os cientistas se perguntaram se os bebês poderiam adquirir parte das suas bactérias intestinais antes do parto, talvez da placenta. A equipe analisou placentas de 320 mulheres, comparando a distribuição de 300 tipos de bactérias identificadas com as encontradas em outras partes do corpo. A correspondência mais próxima foi, de longe, entre a placenta e a boca, que, por sua vez, era bem parecida com a existente nos intestinos dos bebês.
 
O médico David Relman, da Universidade Stanford, na Califórnia, que não estava envolvido no estudo, disse que os resultados vão na mesma linha de pesquisas que encontraram DNA microbiano no líquido amniótico, aparentemente da boca, intestino e vagina da mãe. Aagaard imagina que a bactéria oral percorra a corrente sanguínea até a placenta, para então chegar ao feto.
 
A ideia encontra eco em algo que os obstetras observam há muito tempo: mulheres com doença periodontal têm um risco maior de partos prematuros ou de conceberem bebês abaixo do peso. Tratar a doença durante a gravidez não diminui o risco. Prevenir a doença ou tratá-la antes da gestação parece ser mais importante.
 
A pesquisa também revelou que, quando as mulheres tinham infecção urinária, a bactéria aparecia na placenta. Essas infecções aumentavam o risco de parto prematuro. A equipe constatou que o microbioma da placenta em mulheres que completaram os nove meses de gravidez era diferente do encontrado em mulheres que tiveram partos prematuros. Mas os pesquisadores não sabem se a diferença influencia o parto prematuro ou se é apenas uma característica de um estágio prévio da gravidez.
 
O médico Martin Blaser, do programa de microbioma humano do Centro Médico Langone, da Universidade de Nova York, disse que o estudo é importante, mas preliminar. “Estou interessado nos resultados sobre a boca e também sobre a relação com o parto prematuro”, diz.
 
Fonte: The New York Times
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