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Clonagem ajuda a criar células-tronco produtoras de insulina

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Clonagem ajuda a criar células-tronco produtoras de insulina

5 de maio de 2014
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Cientistas superaram busca por células-tronco especiais contra doenças.
Dados foram publicados na revista científica 'Nature'.
 
Cientistas anunciaram nesta segunda-feira (28) o uso da tecnologia de clonagem para produzir células-tronco embrionárias contendo genes de uma mulher diabética, e transformando-as depois em células beta produtoras de insulina, que podem, um dia, curar a doença.
 
A equipe de cientistas revelou ter superado um importante obstáculo na busca pela produção de “células-tronco personalizadas” para a utilização no tratamento de doenças. Mas um especialista em bioética advertiu que o avanço também chama atenção para a necessidade de haver uma regulamentação maior para embriões desenvolvidos em laboratório.
 
“Estamos agora mais perto de conseguir tratar pacientes diabéticos com suas próprias células produtoras de insulina”, afirmou Dieter Egli, da Fundação de Células-tronco de Nova York (NYSCF), que conduziu o estudo publicado na revista científica “Nature”.
 
Egli e uma equipe de pesquisadores transplantaram o núcleo das células retiradas da pele da mulher em óvulos humanos para produzir células-tronco, as quais induziram para que se tornassem células beta. A escassez destas causa deficiência de insulina e altos níveis de açúcar no sangue dos diabéticos. Ao fazer o transplante, a equipe confirmou um recurso potencialmente importante para a futura terapia de reposição celular.
 
Alerta
 
Este não é o primeiro estudo a criar células-tronco dessa forma, mas foi o primeiro a utilizar células retiradas de uma pessoa adulta com o objetivo de produzir células específicas para tratamento. Insoo Hyun, especialista em bioética da Escola de Medicina da Universidade Case Western Reserve, em Cleveland, Ohio, disse que a pesquisa, a última a produzir células-tronco embrionárias contendo o genoma de pessoas vivas, fez soar o alerta.
 
“Esta clonagem repetida de embriões e a geração de células-tronco, agora usando células coletadas de adultos, aumenta a probabilidade de que embriões humanos sejam produzidos para criar tratamentos para um indivíduo específico”, escreveu em um comentário também publicado na “Nature”. “Estruturas regulatórias precisam ser ativadas para supervisionar isto”, afirmou.
 
As células-tronco embrionárias – células neutras, primitivas, capazes de se desenvolver e dar origem à maior parte das células de tecidos especializados do corpo – são consideradas uma fonte potencial para a reposição de órgãos danificados por doenças ou acidentes.
 
Mas elas são controversas, uma vez que até recentemente as células-tronco só poderiam ser obtidas a partir de embriões.
 
Elas podem ser desenvolvidas em laboratório, através da transferência do núcleo de uma célula de um tecido como a pele, que contém o DNA de uma pessoa, para um óvulo, que teve seu núcleo removido anteriormente.
 
Por meio de um pulso elétrico, o óvulo começa a se dividir até formar um blastocisto, um estágio primitivo do embrião formado por cerca de 150 células contendo o DNA do doador do tecido.
 
Tecnologia de clonagem
 
Denominada de transferência nuclear de células somáticas (ou SCNT, na sigla em inglês), a técnica é utilizada na pesquisa terapêutica, mas também é o primeiro passo da clonagem e foi empregada para criar a ovelha Dolly. O método é proibido em muitos países.
 
Neste novo estudo, cientistas de Estados Unidos e Israel afirmaram ter feito “melhorias técnicas”, alterando as substâncias químicas usadas na cultura na qual as células são desenvolvidas.
 
As células-tronco poderão ser induzidas para dar origem a diferentes tipos de células adultas, inclusive células beta, explicou a equipe. “Ver os resultados de hoje me dá esperanças de podermos, um dia, alcançar a cura para esta doença debilitante”, afirmou a diretora-executiva da NYSCF, Susan Solomon.
 
A mesma equipe tinha, anteriormente, produzido células beta com um método semelhante, mas utilizando óvulos com seus núcleos ainda intactos, resultando em células-tronco com três conjuntos de cromossomos que não poderiam ser usados terapeuticamente.
 
Com o novo método, as células-tronco originadas continham os habituais pares de cromossomos, escreveram os cientistas. Hyun alertou que um estudo como esse pode alimentar temores de um futuro em que bebês humanos serão clonados ou embriões insensivelmente criados e destruídos em pesquisas, e pediu um fortalecimento das estruturas de supervisão.
 
Mas Solomon disse que o estudo era “estritamente para fins terapêuticos” e apoiou uma supervisão ética estrita do procedimento. “Em nenhuma circunstância nós, ou qualquer outro grupo científico responsável, temos a intenção de usar esta técnica para a geração de seres humanos, nem isto seria possível', afirmou à AFP.
 
Segundo os cientistas, as células beta produzidas no estudo não podem ainda ser usadas em terapias de substituição. O sistema imunológico dos diabéticos ataca as células beta e ainda é preciso encontrar formas de protegê-las.
 
Fonte: G1 Saúde
 
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