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AL registra maior taxa de mortalidade infantil do país e SC, menor, diz IBGE

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AL registra maior taxa de mortalidade infantil do país e SC, menor, diz IBGE

5 de agosto de 2013
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Em 30 anos, índice no Brasil caiu 75,8%, segundo o instituto.

Pesquisa de Tábuas de Mortalidade foi divulgada nesta sexta-feira (2).

 

Alagoas registra a maior taxa de mortalidade infantil do país, com 30,2 mortes de crianças com idades menores que 1 ano em 2010. Já Santa Catarina tem o menor índice: 9,2 óbitos.

As informações fazem parte das Tábuas de Mortalidade, que usam dados do Censo de 2010 do IBGE, de estatísticas de óbitos provenientes do Registro Civil e do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde referentes a 2010. As tábuas, que são divulgadas todos os anos, foram recalculadas a partir de um recorte regional. Os dados de 2010 por estado foram divulgados pela primeira vez pelo instituto.

No Brasil, o índice de mortalidade infantil caiu 75,8% entre 1980 e 2010. Em 1980, eram registrados no Brasil 69,1 óbitos de crianças menores de 1 ano para cada grupo de mil nascidos vivos. Já em 2010, a taxa era de 16,7 óbitos, segundo o IBGE.

O Sudeste do país foi a região com maior redução em pontos percentuais – queda de 78,1% nas últimas três décadas (de 57,7 para 12,6 por mil nascidos vivos).

Já o Nordeste foi o que apresentou a maior redução absoluta do índice, de 97,1 para 23 por mil nascidos vivos, o que equivale a 76,3%. Ainda assim, segue sendo a região com mortalidade mais alta.



Todas as regiões e estados do país registraram queda na taxa de mortalidade infantil. No Norte, a diminuição foi de 65,2%, enquanto que no Centro-Oeste houve decréscimo de 64,3% nos óbitos de crianças com menos de um ano de vida.



O Sul, que teve queda de 78,0%, apresenta o menor índice absoluto: 10,1 óbitos a cada mil nascidos vivos.

De acordo com o instituto, o declínio é resultado de vários fatores, como aumento da escolaridade feminina, elevação do percentual de domicílios com saneamento básico adequado, diminuição da desnutrição infanto-juvenil, além de um maior acesso da população a serviços básicos de saúde, como atendimento pré-natal.

Morte antes dos 5 anos

O IBGE divulgou também a probabilidade de morte de crianças antes dos 5 anos. Em 1980, segundo o instituto, a taxa era de 84 óbitos para mil nascidos vivos. Já em 2010, este número caiu para 19,4 mortes, uma redução de 76,9%.



O Nordeste registrou o maior decréscimo de óbitos neste quesito. Caiu de 120,2 mortes de menores de 5 anos para 26 óbitos – uma redução de 78,3%, segundo o instituto.

Fonte: G1

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