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Anvisa quer criar alertas em buscas por produtos na internet

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Anvisa quer criar alertas em buscas por produtos na internet

25 de setembro de 2013
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Quem fizer buscas na internet por remédios ou produtos de saúde e beleza irregulares no país pode passar a se deparar com mensagens de alerta sobre riscos potenciais daquele produto.

É o que propõe a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que está em negociação com sites populares de vendas e buscas na rede. Segundo Jaime Oliveira, um dos diretores da agência, os primeiros acordos podem ser assinados ainda neste ano.

A ideia é atuar em duas frentes. A primeira é traduzir os alertas oficiais da Anvisa sobre produtos irregulares ou banidos (caso dos remédios para emagrecer e daqueles usados para aborto) em mensagens rápidas e em destaque para os usuários que fizerem buscas na rede.

A agência parte do pressuposto de que informações sobre produtos milagrosos ou irregulares circulam pela internet com rapidez bem maior que os dados que a Anvisa produz e tenta difundir.

O formato para as mensagens não está definido. Poderia ser em janelas de pop-up ou avisos em barras laterais dos sites (usados frequentemente em anúncios).

“Às vezes a pessoa não sabe que aquele produto não está aprovado. Assim, compartilhamos a responsabilidade por garantir a saúde.”

Paralelamente, a agência pretende assinar acordos com os sites para acelerar a retirada do ar de vendas de produtos proibidos ou anúncios irregulares na internet. Isso seria feito também por ferramentas de busca ativa desse conteúdo irregular.

FORMIGUINHA

A Anvisa define como “trabalho de formiguinha” o que hoje é feito em relação às denúncias de conteúdo irregular –a burocracia envolve até publicação no “Diário Oficial da União”. “Quando temos uma ação contra um site, sai publicação no diário, aí vão atrás do site. Mas é ineficaz. É muito desproporcional o quanto gastamos de energia e o que temos de resultado”, avalia Oliveira.

A agência diz que as informações sobre sanções às páginas irregulares estão dispersas e não tem uma estimativa dessas medidas.

Segundo a área técnica da agência, chegam a 8.000 as denúncias, a cada ano, de produtos e anúncios irregulares ou empresas clandestinas –número considerado pequeno perto da realidade.

Os campeões de reclamações são produtos hospitalares (queixas feitas pelos serviços médicos) e os produtos milagrosos para a beleza (queixas de usuários).

Fonte: Folha de São Paulo

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