26 de março de 2021

Farmacêutica esclarece dúvidas sobre hipovitaminose e hipervitaminose

O Programa Saúde em Foco, transmitido pela Rádio 91.5 FM, na sexta-feira (26/03), teve como tema os riscos da hipovitaminose e hipervitaminose. Para falar sobre o assunto, André Pepes entrevistou a farmacêutica Witalla Maria.

A hipovitaminose acontece quando existe a falta de uma ou mais vitaminas no organismo, sendo quase sempre causada por uma dieta muito restrita e pobre em alguns alimentos, como por exemplo os produtos de origem animal.

De acordo com a farmacêutica Witalla Maria, o nosso organismo necessita das vitaminas para ter um bom funcionamento, principalmente o sistema imunológico. “As vitaminas têm nutrientes que o nosso corpo não produz, por isso, precisamos consumir esses nutrientes através dos alimentos ou de suplementos alimentares”, explica.

Witalla Maria explica que a vitamina A, por exemplo, é importante para a visão e a carência dela pode atrapalhar o desenvolvimento da visão das crianças; já no caso das vitaminas do complexo B (B1, B2, B5 e B12), a deficiência causa problemas como queda de cabelo e ressecamento da pele; a C tem alto poder antioxidante e age no bom funcionamento do sistema imunológico; a falta da vitamina E pode causar endemias musculares, sangramentos e outros.

A orientação para o tratamento de hipovitaminose é aumentar a ingestão de alimentos com aquele tipo de vitamina e utilizar suplementos com orientação de um profissional de saúde.

Já a hipervitaminose ocorre quando existe uma condição de armazenamento de altos níveis de vitaminas, que podem levar a sintomas tóxicos. Os sintomas da hipervitaminose da vitamina A, por exemplo, incluem visão turva, confusão mental, sonolência, aumento da pressão intracraniana, dor de cabeça, palidez, maior sensibilidade à luz solar, entre outros.

Como tratar? Diminuir o consumo de vitamina A, beber muita água e repousar costuma ser suficiente para os sintomas desaparecerem, exceto em pessoas com problemas nos rins ou no fígado, problemas na ingestão de cálcio ou em bebês sem acompanhamento pediátrico.

Clique aqui e assista a entrevista na íntegra

Fonte: NN1

26 de março de 2021

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