21 de agosto de 2020

CRF/AL promove curso de capacitação para membros do GT de ensino e pesquisa

O Conselho Regional de Farmácia de Alagoas promoveu nos dias 20 e 21 de agosto o curso de capacitação para os membros do grupo de trabalho de ensino e pesquisa que irão avaliar as solicitações de notificação em carteira dos cursos de especialização seja ela profissional, latu sensu ou um curso livre.

Daniel Fortes, secretário geral do CRF/AL, explica que os membros do grupo de trabalho irão analisar toda documentação apresentada para ver se estão dentro dos requisitos exigidos pelo MEC e Conselho Federal de Farmácia. “Os Conselheiros emitem o parecer e a diretoria do CRF/AL é quem vai aprovar a solicitação”, falou.

A capacitação está sendo ministrada pelos membros do Conselho Federal de Farmácia Rui Reys e Jairo Sotero e vai permitir que os conselheiros alagoanos possam avaliar os processos que estão em atraso de gestões anteriores. “A ideia é que possamos dar agilidade a estes processos e reconhecer o título dos profissionais alagoanos”, afirmou.

Flávia Dabbur, conselheira e membro do GT do CRF/AL, disse que o curso foi importante porque esclareceu sobre as normas e instituições que promovem cursos de pós-graduação além da diferenciação entre as especializações. “De posse destas informações, a gente consegue validar estes cursos com mais clareza. Nos foi disponibilizado todo material e futuramente teremos um sistema integrado dos CRF´s com o CFF que ajudará na validação destes cursos”, pontuou.

Daniel Lira, que também é membro do GT de ensino e pesquisa, ressaltou a importância da capacitação promovida pelo CRF/AL. “Além de capacitar os membros da comissão, os farmacêuticos alagoanos ganham também porque estaremos a disposição para orientá-los quanto a escolha do curso, a instituição, se tem benefícios salariais e sem dúvida todos saem ganhando”, assegurou.

O presidente do CRF/AL, Robert Nicácio, informa que esta é uma iniciativa inovadora. “Com a capacitação, o grupo de trabalho irá efetivamente exercer o seu papel, o que há muito tempo não vinha acontecendo. Existem processos de gestões anteriores que não foram analisados e que precisam ser validados para que os farmacêuticos tenham em suas carteiras a anotação da especialização”.

Fonte: Ascom CRF/AL

 

21 de agosto de 2020

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