31 de agosto de 2020

CRF/AL mostra o papel do farmacêutico no programa de cessação tabágica

Recentemente, a Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, alertou que fumantes tem 45% de chance a mais de sofrer complicações pela Covid-19. A ciência explica que o cigarro não produz um efeito protetor contra a Covid-19, pelo contrário, aumenta a produção de uma célula que facilita a penetração do coronavírus nos pulmões, favorecendo a infecção e aumentando os riscos de complicações com a Covid-19.

No dia nacional de combate ao tabaco, comemorado em 29 de agosto, o Conselho Regional de Farmácia de Alagoas mostra a atuação do profissional farmacêutico no auxílio a pacientes que querem a largar o vício do cigarro no serviço público.

Fotos tiradas antes da pandemia

No SUS, o programa de cessação tabágica funciona com a participação de profissionais de saúde multidisciplinares no formato de reuniões com a presença de até 15 pessoas que buscam largar o vício do cigarro.
Robert Nicácio, atua na cessão tabágica no município de Craíbas, através do NASF (Núcleo de apoio à saúde da família) e explica que no caso do farmacêutico, o acompanhamento vai desde a atenção farmacêutica até o uso dos medicamentos que auxiliam este paciente a parar de fumar.

“São os adesivos transdermicos de nicotina, os gomas de mascar de nicotina e bupropiona. O farmacêutico vai monitorar esse paciente porque grande parte deles já fazem uso contínuo de medicamentos e é preciso observar a reação destes junto dos medicamentos”, comentou.

Segundo o Robert, os resultados do programa são satisfatórios. “Os pacientes voltam nos agradecem e descobrem que a vida sem cigarro é mais saudável”, afirmou.

Fonte: Ascom CRF/AL

31 de agosto de 2020

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